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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Love Drunk_Capítulo 06_Restaurante



Capítulo 06–Restaurante

- Como você pode ter se esquecido de passar o protetor solar Nicholas? – disse Selly, batendo no braço ardido de Nick, o que o fez gritar – Ai, desculpa! – disse ela, fazendo uma careta. Logo depois, caiu na risada.
- O que é tão engraçado? – perguntou Nick, quase gritando.
- Você tem muita sorte desse elevador estar vazio. O seu gritinho foi tão… feminino.
- Você é que tem sorte por eu estar assim, porque se não eu…
- Você o quê? Ia me bater? – desafiou-o.
Nick respirou fundo, mas não foi suficiente para controlar seu sentimento, que ele supunha ser raiva. Seu coração acelerara a partir do momento em que Selly começou a rir, assim como ele sentiu seu corpo arder, mas não o ardor dolorido provocado pelo dia todo sobre o sol; era um ardor bom, que o aquecia, sem queimá-lo. Mas isso não era raiva.
- Quer saber, não importa o quanto isso doa… - proferiu ele, enquanto se aproximava de Selly, com o intuito de beijá-la. Ato que foi interrompido pelo som da campainha do elevador, que anunciava que o destino dos dois chegara – Droga! – bufou ele, saindo do elevador em direção ao quarto. Mas, ao abrir a porta, ele não entrou: esperou que Selly chegasse e deixou que ela passasse primeiro, antes de fechar a porta e voltar a falar – Desculpe, eu não devia ter feito aquilo.
- Você não fez nada, não precisa se desculpar. – respondeu Selly, sorrindo – Vem cá, me deixa cuidar de você.
Nick obedeceu e se sentou na banqueta que Selly apontou para ele. Ela buscou um frasco de creme pós-sol, que gastou todo tentando aliviar a dor de Nick. O que não funcionou muito bem.
- Selly, por favor, liga pra Hel. Ela vai saber o que fazer.
- O que foi? Ela por acaso é médica? – desdenhou Selly.
- Liga logo pra ela, antes que eu arda em chamas! – reclamou Nick.
- Liga você.
- Se eu conseguisse encostar em alguma coisa, eu ligaria. Mas não dá! Vai Selly, por favor…
- Ai, tá bom. Cadê seu celular?
- No criado-mudo. É só ir nas chamadas recentes, ela foi a última pessoa pra qual liguei.
Selly ligou para Helga, que recomendou compressas de polvinho para aliviar de vez a dor de Nick. Selly estranhou a voz de Helga, achando ser uma voz envelhecida para ser a da noiva de Nick. Fato facilmente explicado pelo fato de Helga não ser a noiva de Nick, e sim sua governanta, quase sua mãe. Mas Selly desconhecia esse fato.
Ela desceu até o saguão do hotel, onde, na cozinha, conseguiu polvinho e uma bacia com água gelada. Voltou para o quarto e cuidou das quase queimaduras de primeiro grau de Nick, que prontamente já estava bem melhor.
*
- Está melhor, Nick? – perguntou Selly quando ele saiu do banho.
- Muito. Obrigado Selly. Você é um anjo.
- Ah claro…
- É sério! E, pra recompensar seus esforços em me curar, vou te levar para jantar fora hoje.
- Hum, belo pagamento. – após alguns segundos de silêncio, toma coragem para perguntar – Hãn… Nick?
- Sim?
- Posso fazer uma pergunta?
- Além dessa? Claro.
- Quantos anos tem sua noiva?
- A mesma idade que eu, acho… talvez alguns anos a menos. Por quê?
- Por que, quando eu liguei pra ela…
- Você ligou pra Delta? Quando?
- Delta? O nome dela não é Helga?
- Não. Helga é a minha governanta.
- Governanta?
- É. Você achou que…?
- Acho que é melhor eu tomar banho pra nós irmos… - como andava de ré, Selly tropeçou – jantar. – disse correndo para o banheiro.

Ao sair do banho, Selly encontrou Nick dentro de um terno preto, juntamente com uma camisa social azul-claro, calçando seus sapatos. Ela usava um vestido preto, de corte simples e elegante.
- Acho melhor eu trocar de roupa. – disse ela ao ver a elegância do “marido”.
- Por quê? Você está linda assim.
- Você também está lindo. E mais, está muito elegante. O meu vestido é muito simples para sair com você.
- Tudo bem. – disse ele, despindo o paletó e o colete – Agora você está perfeita. Vamos? – disse enquanto abria a porta do quarto.
- Claro. – saíram em direção ao elevador, conversando – O restaurante fica muito longe daqui? Vamos a pé ou de táxi?
- Na verdade, o restaurante fica em um bairro próximo daqui, mas não vamos de táxi. Eu aluguei um carro, que chegou enquanto você tomava banho. Espero que goste.

Nick levou Selly a um restaurante italiano, iluminado somente por velas. A mesa reservada a eles ficava perto da janela, onde recebia uma iluminação extra: das estrelas e da lua cheia.
O garçom logo os atendeu, levando bebidas para saborearem enquanto decidiam o que comeriam.
- Que tal uma macarronada? – sugeriu Nick.
- Você já viu o filme “A Dama e o Vagabundo”?
- Já, e...?
- Definitivamente, macarronada não é um prato muito seguro.
- O que foi? Você está com medo de beijar seu marido?
- Meu marido... Nova piada, é?
Nick não respondeu, pois o garçom já havia voltado para anotar os pedidos.
- Vamos querer macarronada, por favor.
- Nick! – reclamou Selly. Será que ele não ouviu nada do que ela disse?
- Ah claro, desculpe. Vamos querer em um prato só, como no filme da Dama e o Vagabundo, sabe?
- Como queira senhor. – disse o garçom, já saindo.
- Nicholas Jonas! Você é surdo? Eu disse que não queria macarronada!
- Selena Gomez Jonas, não grite no restaurante. Que coisa feia...
- Não me trate como uma criança!
- Então não aja como uma. Se não, vou te pôr de castigo, hein? – disse ele, aproximando sua cadeira da dela.
- O que você vai fazer? Me proibir de assistir desenhos?
- Não. Vou te condenar a ser minha eternamente.
- Adoraria... – sussurrou ela.
- O que você disse? Eu não ouvi.
- Adoraria que você se calasse. O garçom está voltando.
O garçom cumpriu a risca o pedido de Nick, e ofereceu-lhe o cardápio de vinhos. Mas Selly e Nick preferiram tomar mais da bebida oferecida quando eles chegaram. Tal bebida, descobriram, era a famosa caipirinha.
Já a macarronada... Bem, Selly não reclamou mais da escolha de Nick, já que era a melhor macarronada que já tinha comido. Quando estavam quase acabando, aconteceu a cena que Selly tanto “temia”. Mas, antes mesmo do fio de massa ficar esticado, Nick mordeu o macarrão, impossibilitando que o beijo coberto de molho de tomate se concretizasse.


Respondendo aos Comentários:
-=|†|-|ä¡§ ä£/ë§ †††††††: Oh, tadinha de você! Mas quem mandou ser música? O meu violão tá aqui parado há um tempão, mas aposto que você não pode dar um descanso à sua flauta, né? Não fique com ciúmes, eu te amo também (mas é que, ultimamente, a Ruh está mais ciumenta... tá, exagerei! Quase tão ciumenta quanto eu...) E, já que sentiu falta, lá embaixo está um pedacinho do Capítulo 07, Tempestade. Beijos! Até quinta! ^^
Demizinhaaa *: Que bom que tenha amado o capítulo anterior. Como está esse? Olha, o próximo tá melhor! Dá uma olhadinha na apreciação, como disse a Thaís, que está no fim deste post e imagine o que irá acontecer. E, como futura professora e atual estudante, peço: NÃO COLE! Você não vai aprender nada assim, acredite! Tenta organizar seu tempo, dividi-lo entre estudar e curtir! É sério, você vai aproveitar muito mais seu tempo se não tiver que fazer a recuperação. E, mesmo que não fique de rec, não acha um desperdício de tempo ter que passar a manhã ou a tarde ou talvez o dia todo na escola e não fazer nada além de zoar? Tá, parei com o papo mãe! Beijos! =) ...e pensa, tá?
Mika': Corre Mika’! Quem sabe você não é a primeira dessa vez? =D Pra mim, não importa se você for a primeira ou a última, o importante é que você se lembrou de mim! ^^ Beijos!
T.: Se pelo menos esse Cupido estivesse com as asinhas... Ia ser mais fácil achá-lo, não acha? rsrsrs Postado flor, espero que goste. =D Ah, eu amei o selo. Muito lindo! Obrigada! *-*
Ruh: Ainda com ciúmes? Ah, deixa comigo! Na quinta eu te dou um daqueles abraços-cabeça! Seu ciúmes vão passar num instante! E eu estou sempre no seu blog! Quem fez sua imagem, hein? Hein? =} Beijinhos! =*
Rubia lovato jonas: Obrigada flor! Será que a Selly vai resistir ao charme do Nick? =P Oh, dúvida cruel! Espero que tenha gostado deste capítulo. E o que você acha que acontecerá no próximo? Leia um pedacinho aí em baixo e tente descobrir! =* Beijos!

No próximo capítulo de Love Drunk: Tempestade (007)
- Eu me casaria com você de novo, agora.
- Você pode estar menos embriagado, mas ainda assim você bebeu.
- Não. – disse, acariciando o rosto de Selly. – Nós bebemos. Mas eu sinto a mesma coisa que senti quando acordei. E prometo que não bebi nada durante a noite passada.
- Bem... Tá calor aqui, não é? – desviou do assunto, assim como se desviou de Nick – Esse é o botão do ar-condicionado?
- Não Selly! Esse é o do...
E o teto-solar abriu. “Solar” não é o termo apropriado para o momento, já que a chuva ainda caia, molhando os dois.
Nick fechou rapidamente o “teto-pluvial”, mas a chuva caiu por tempo suficiente para desmanchar o penteado de Selly. Nick, delicadamente, livrou o rosto de Selly de uma mecha de cabelo, que colocou para trás da orelha dela.
- Desculpa, - disse ela ao sentir a mão de Nick em sua nuca – mas eu preciso fazer uma coisa.


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Love Drunk_Capítulo 05_Praia


Capítulo 05–Praia
Selly e Nick chegaram à recepção do hotel e foram fazer o check-in.
- Boa noite, eu queria um quarto, por favor. – disse Selly.
- Queríamos. – corrigiu Nick.
- Os senhores têm muita sorte. O Rio de Janeiro está recebendo um simpósio, todos os quartos estão ocupados. Exceto um. O casal terá uma vista maravilhosa da praia de Copacabana.
- Não quero o mesmo quarto que ele! Nós não somos um casal! – disse Selly, beirando a grosseria.
- Desculpe, mas os seus documentos dizem…
- Não se desculpe, ela queria passar a lua-de-mel no campo… - disse Nick – Vamos ficar com o quarto.
- Certo. – disse a atendente, preenchendo as fichas o mais rápido possível. – Aqui estão as chaves.
Selly pegou sua chave e foi em direção ao elevador, deixando Nick para trás.

*
Nick já havia descarregado todas as malas no quarto e fora tomar banho. Selly observava a paisagem pela sacada e, ao entrar novamente no quarto, se deparou com Nick arrumando sua “cama”, que nada mais era que lençóis e travesseiros pelo chão. O cheiro de seu sabonete se espalhava por todo o quarto, embriagando Selly.
- Você vai dormir aí?
- Vou. Infelizmente, esse quarto é de casal e não tem duas camas.
- Então… - a vontade que Selly teve de chamar Nick para dormir na mesma cama que ela evaporou-se quando ela se deu conta da proximidade que os dois teriam – Boa noite.

Selly afundou-se em meio aos lençóis e dormiu, evitando respirar o máximo que podia, para que, assim, ela não sentisse o cheiro de Nick, que, mesmo estando longe, era forte o suficiente para deixá-la perturbada. Ela tentava se convencer que tamanho incômodo era devido à sua alergia a perfume. Alergia essa que nunca existiu.
Nick não dormiu direito, não só pelo fato do chão frio e duro sob seu corpo, mas também pensava em como ganharia a aposta. Pensava em como conquistaria Selly. Pensava em como pagaria o tratamento de seu pai. Pensava em… até que dormiu.

*
Nick acordou cedo para começar a pôr sua primeira ideia em prática: café da manhã na cama para Selly, que logo acordou.
- Bom dia Selly!
- Bom dia… - disse ela, ainda sonolenta – O que é isso?
- Seu café da manhã. Eu trouxe pra você.
- Obrigada, querido – disse ela, levantando-se da cama e indo em direção ao banheiro – mas eu não como nada logo assim que eu acordo. Depois eu desço e como alguma coisa, ok?
Depois disso, Nick só ouviu o som do chuveiro ligado e Selly cantarolando uma canção. Ele foi para a varanda e fez uma ligação para Helga.
- Nick, meu filho, como você está? – disse Hel assim que atendeu ao telefone.
- Hãn… Bem, Hel. – hesitou Nick.
- Não é o que sua voz diz, Nicholas. O que aconteceu? Vocês brigaram? Acho que não. Acho que você ainda não a conquistou. Por quê?
- Por quê?
- Por que, sim meu filho, foi isso que eu disse: por quê?
- É que eu... Eu não sei… E ainda é meu segundo dia com ela.
- Você se casou com ela na mesma noite em que a conheceu, e em dois dias ainda não obteve nenhum resultado?
- Hel, nós estávamos bêbados! E não, nada que eu faça faz com que ela sequer sorria para mim.
- E o que você já fez?
- Bom… Eu levei café da manhã pra ela hoje.
- E qual foi a reação dela?
- Ela me agradeceu, mas não come nada de manhã…
- Então foi como se você não tivesse feito nada. Como você vai conquistá-la com coisas que ela não gosta?
- Sinto que nada que eu faça vai agradá-la. E acho que ela não gosta de mim. Nem mesmo aceitou que eu pagasse as despesas da viagem.
- E esse não é um bom sinal? Se não é sequer para ganhar uma viagem de graça, pra quê ela viajou com você, meu filho?
- Para se livrar de mim! Eu consegui convencê-la de que o Cupido que fez nosso casamento está de férias aqui no Brasil e que ele pode confirmar nosso estado quando nos casamos, dizer que em nossas veias, a cada gota de sangue que corria, havia outras quatro de álcool.
- Vocês estavam tão embriagados assim?
- Estávamos muito mais que você possa imaginar, Hel.
- Como você consegue se lembrar do que aconteceu?
- Bom, não é que eu me lembre… - Nick interrompe a explicação ao perceber que Selly saia do banho – depois eu te explico, tá bom Hel? Beijos!
- Comece pelo óbvio, filho. – disse Helga, antes de desligar.
Selly, secando os cabelos com uma toalha felpuda, vai ao encontro de Nick.
- Falando com sua noiva?
“Provocar ciúmes é óbvio o suficiente?”, perguntou-se Nicholas.
- Falava com a mulher que eu mais amei em toda minha vida. Até hoje, pelo menos.
“Ela que interprete como quiser.”, pensou Nick, se livrando de uma possível culpa.
- Que fofo. Ela tem muita sorte. – disse Selly, sem entender o que estava sentindo naquele momento.
- Eu é que tenho sorte por tê-la cuidando de mim, por todo esse tempo. Só quando a Hel consegue me proteger quando eu sinto medo.
- Você não tem vergonha? Um homenzarrão desse tamanho sente medo do quê? Do escuro? De trovão? Do bicho-papão?
- Quando eu era criança, sim. Agora, meu medo é bem pior.
- Sério? Qual é seu medo agora?
- Medo de ser infeliz, de ficar sozinho… essas coisas.
- Não se preocupe. Sua esposa cuida de você agora. – disse ela sensibilizada e surpresa com a melancolia de Nick, enquanto o abraçava.
- Minha… esposa?
- Bom, pelo menos até encontrarmos o Cupido e… - Selena separou-se do abraço, envergonhada por ter dito ser a esposa de Nick – Quando e onde começaremos a procurá-lo?
- Bom, se ele está de férias, deveríamos começar agora, pelas praias. O que você acha?
- Ótima ideia!
Eles arrumaram suas coisas e foram para a primeira praia da lista: a de Copacabana, que fica bem em frente ao hotel onde eles estavam.
Mas Nick esquecera algo muito, muito importante.

Respondendo aos Comentários:
Ruh: Eu sei. E por gostar tanto desse quando daquele, eu não comento muito no seu blog. Prometo te pagar com juros e correção monetária, assim que ele for Liley ou Chaverroni. Beijo, te amo.
Demizinhaaa *: Obrigada. Postado, flor. Graças às provas possíveis (não fáceis, NUNCA diga a um professor que a prova dele é fácil! #experiencia_própria), ao meu estudo (quase nada, confesso) e as aulas semi-particulares da Ruh, que me fez lembrar de todas as matérias (te amo amiga! <3), saí ilesa do provão (até em História e Filosofia da Educação \o/) e posso voltar a escrever! Beijinhos, espero que goste desse capítulo também. Ah, obrigada pelo selo, adorei! S2
Mika': Não fique triste por não ter sido a primeira. O importante é que você está aqui. Obrigada pela preocupação, flor, mas agora já está tudo bem. Amei a música! É sério, amei muito! Quem sabe saí até uma história baseada nela? E dedicada a você, claro, por me apresentá-la. O que acha? Mate sua ansiedade agora! Beijos!
Rubia lovato jonas: Agora você já sabe. Quer saber também o que acontecerá no próximo? Não deixe de ler, e deixar seu recadinho dizendo o que pensa. Posso contar com você? Só não enlouqueça! Creio que nos hospícios, por melhores que sejam, não tem um computador com acesso à disposição dos doidinhos! rs Como você continuaria aqui, me animando com seus recadinhos? =) Te adoro, beijos!
Bazinha... S2...: Mas é Niley! =( #drama_on Fazer a imagem já foi demais pra mim! Me senti traída, como se estivesse vendo meu amor com outra (e foi isso mesmo o que aconteceu)! #drama_off  Também te amo “mitão”. Eu acho. E eu te perdoou, principalmente porque não apareço muito no seu blog também. Sabe, é que fico um tempão fazendo capas de Jemi pra minha amiginha chatinha... =P Beijos!

Alerta de Ciúmes soando!
Ruaninha, meu docinho de coco diet. Como eu sei que, na convivência comigo, seu ciúmódromo está atento – mas, garanto, não mais que o meu – resolvi complementar a resposta ao seu comentário aqui. Quero te agradecer por tudo, tudinho mesmo, desde os conselhos às discussões pra saber qual resposta de Matemática está certa, as quais você ganhou QUASE todas ={. E, claro, agradeço por ser minha amiga, por me aturar. (pausa para secar as lágrimas, não dá pra digitar sem enxergar!) Ah, caso queira meter o bedelho nas minhas histórias, fique a vontade. Afinal, você é parte da mais importante: a real. Mas, cuidado com o que você vai falar! Não posso mais te bater, mas ainda nhaco!
E paro por aqui, pois outra pessoinha pode ficar com ciúmes...
Né Bah?
Amo as duas igualmente.
Aliás, as três. Vai que a Thaís resolve aparecer por aqui e fica com ciúmes também? O.o
E, pra fechar:
“Amigas, pra sempre! Para sempre amigas sim, se Deus quiser.”


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Love Drunk_Capítulo 03_Sonhando

Capítulo 03 – Sonhando

- Como é que é? – disse Nick, perplexo.
- Preso por quê? E quem é você? – se meteu Delta.
- Sou um oficial de justiça, senhorita. E o senhor Jonas seria preso por bigamia. – ele disse tranquilamente.
- O quê?! – disse Nick, sem entender nada.
- O senhor já é casado. Não sabe? – disse o oficial de justiça, ironicamente.
- Com quem? – disse Delta, tentando decidir quem atacaria primeiro, Nick ou o oficial.
- Com a senhorita… desculpe. Com a senhora Selena Marie Gomez… Jonas.
- Selly? – perguntou Nick, tentando descobrir se seu sonho tornou-se realidade ou se ainda estava dormindo.
- De onde você conhece essa… mulher Nicholas? – disse Delta, tentando manter-se controlada.
- Eu a conheci ontem no avião e…
- E já se casou com ela?! – disse Delta, já sem controle.
- Segundo o oficial, sim. – respondeu Nick.
- E você diz isso, com a cara mais inocente do mundo?!
- O que eu posso fazer?
- Que tal pedir a anulação desse casamento?
- Você sabe que não pode, Nicholas. – interveio Paul, pai de Nick.

- Pai, você sabe que eu tenho que me casar com a Delta. – disse Nick, já a sós com seu pai.
- Tem, mas não vai. Você sabe que a nossa família tem uma tradição muito rígida. Nunca ninguém se divorciou nessa família.
- É claro que sei, mas eu tenho que me casar com ela. Eu tenho que salvar nossa empresa.
- Mas você a ama. – disse Helga, juntando-se à dupla.
- Eu a conheci ontem Hel. Como posso amá-la?
- Amando. E eu nem disse que me referia à sua esposa. – disse Hel, deixando Nick sem saída – Você falou dela com mais emoção do que quando fala da sua ex-noiva. Seus olhos brilharam… E você disse que ela era seu anjo.
- Quem disse que eu me referia à Selena?
- Não me diga que você conheceu Delta ontem? E ela é um anjo? Se ainda fosse um gnomo…
Desistindo de discutir com Helga, Nick se limita a suspirar.
- Seu avô e eu construímos a nossa empresa do nada. Nós podemos recuperá-la.
- Mas pai…
- Mas nada. – disse o pai, decidido – Se você quer tanto se casar com a Delta, vamos fazer um trato: você tenta cumprir tradição da família em uma semana. Se, nesse tempo, você e a sua esposa não se acertarem, vocês se separam e você se casa com a Delta.
- E será que elas vão aceitar isso?
- A Delta é mesquinha. Ela seria capaz de aceitar ser sua amante só para poder continuar com você. – disse Helga, com desdém. – E quanto a seu anjo dos sonhos… faça-a se apaixonar por você, Nick. Ou você não é capaz de fazer a sua esposa se apaixonar por você?
- Você está me desafiando, Hel?
- Claro que não. Você não é capaz de conquistar uma mulher…
Nick sorriu enquanto pensava…

*
Selly acordou com novas batidas na porta.  A princípio, ela pensou ter cochilado por segundos, mas, na televisão, já estava passando “Como Conquistar Essa Garota”, filme programado para passar na sessão da noite. Com dor dos dedos dos pés aos fios de cabelo devido ao tempo em posição desconfortável, Selly levantou-se para atender a porta. Ao abrir, encontrou um envelope jogado ao chão.
- Nicholas… quer dizer, Nick. – corrigiu-se ao ver a expressão de desaprovação dele – O que você faz aqui?
- Posso entrar?
- É claro.
- Isso é seu? – perguntou ele, mostrando as malas encontradas pelo caminho, enquanto entrava na casa de Selly.
- Sim, obrigada. – disse ela, pegando as malas e colocando em um canto da sala.
- Você também ganhou. – observou ele, a agitar seu envelope no ar. Envelope idêntico ao que Selly segurava.
- O que é isso? – disse Selly, checando o conteúdo do envelope.
- Nossa certidão de casamento, Selly.
- Como assim nossa? – perguntou ela, com medo de averiguar a folha presente no envelope.
- Nós nos casamos. Não se lembra? – fez Nick a mesma pergunta que o oficial de justiça fez a ele, mas não com ironia, pois ele sabia que Selly, assim como ele, não se lembraria de nada. – Eu também não me lembro direito…
- Peraí, eu ainda estou dormindo, né? Isso não pode ser verdade! – disse ela, se jogando ao sofá.
- Mas é. E eu tenho a solução. – confortou ele, sentando se no sofá, ao lado de sua esposa.

Respondendo aos Comentários:
Mika': Não mesmo! O que aconteceu em Las Vegas está indo adivinha pra onde? :X  Vai ter que ler o próximo capítulo para ter certeza! Beijos...
Demizinhaaa *: Obrigada flor! Capítulo postado, aproveite. Beijos, e não deixe de comentar.
Bazinha... S2...: Não, imagina. Você é um poço de humildade! *-* Que bom que está amando essa história de novo! hehe! Também te amo amiga, beijos!
. ana: Prometido Ana! Espero que continue amando a história! Não se esqueça de comentar, viu? Beijos!
Ruh: É claro que não sabe! Você ainda não leu! :S Tá, já sim, mas não está igual. Beijos, e comente!
G.: Não sabe o quanto estou feliz com sua volta! Estava com saudade dos seus comentários, e vou estar sempre esperando por eles. Postado, beijos...
-=|†|-|ä¡§ ä£/ë§ †††††††: Não morra Thaís! Mas se algo acontecer ao meu bebê (o pen drive preto), não se preocupe: EU TE MATO!!! Que bom que amou esse capítulo (e o próximo, rs). Não esqueça de comentar, se não... -||--- Beijos!
mariana: Vou te presentear com um vidro de pimenta baiana, aí é só você passar nas unhas e... pronto! Acabou-se o vício! Brincadeirinha tá? Mas é sério, deixe suas unhas aí, eu queria tanto poder deixar as minhas crescerem... ¬¬’ Enfim: capítulo postado e esperando pelo seu comentário. Beijinho!

No próximo capítulo de Love Drunk:
- Idiota… - sussurrou ela.
- Mal casamos e você já está me blasfemando? – disse ele ao ouvido dela – Que coisa feia… Como vamos ficar quando estivermos comemorando bodas de diamante?
- Isso nunca vai acontecer, lembra? Nós vamos anular esse casamento.
- Claro. – disse ele, enquanto ambos entravam no corredor que os levaria ao avião. – O que vai nos acontecer dessa vez?
- Dessa vez?
- É. Da última vez que viajamos juntos de avião, nos casamos.
- Espero que o avião não caia. Depois de me casar, morrer é a pior coisa que pode me acontecer.

sábado, 29 de outubro de 2011

Love Drunk_Capítulo 02_Casamento



Capítulo 02 – Casamento



Horas depois, o avião aterrissou em seu destino. Selly e Nick conversaram tanto que, após o pouso, já haviam se tornado “amigos de infância”. Mas, com o tumulto de tantos passageiros apressados, eles se perderam um do outro.
Nada que fizesse muita diferença… Depois de se instalarem em seus quartos no hotel, ambos foram para um cassino, onde ocorriam duas festas – a despedida de solteiro de Nick e uma festa, digamos, para mulheres, da qual Selly participava. Nick aproveitou seu último dia como solteiro, Selly afogou as mágoas. Ou seja, ambos “encheram a cara”, ficaram embriagados, alcoolizados, bêbados… essas coisas.
E, na saída de suas respectivas festas, eles se encontram, na frente de uma daquelas famosas capelas que existem em Las Vegas. Selly usava um vestido esvoaçante que se manteve branco mesmo depois de horas e horas de arruaça. Nick vestia um terno preto, que já estava completamente amarrotado após sua festinha semi-particular. Ambos já não sabiam o que estavam fazendo, era como se fossem sonâmbulos. E, provavelmente, a última coisa que se lembrariam desse dia seria a imagem de um senhor rechonchudo, vestido de cupido – e isso inclui frauda, asas e arco – reclamando que eles estavam muito atrasados e que ele deveria cobrar um extra pelo tempo que eles o fizera perder, enquanto arrastava os dois para dentro da capela.

Nick e Selly chegaram sem saber como em seus respectivos quartos.  Acordaram tarde e com os sintomas da ressaca, mas relativamente bem. Selly continuou na cama até duas horas da tarde, mas Nick, dormindo em pé, teve que voltar para o aeroporto, pois faltavam menos de sete horas para seu casamento. Selly, ao acordar – de novo – à tarde, resolveu voltar para casa. Ela não gostou da sensação de embriaguez, e prometeu a si mesma que nunca voltaria a tomar sequer uma gota de álcool.

*
Nick, depois das compressas de chá de camomila gelado e do café forte oferecidos por sua governanta, Helga, conseguiu ficar mais sóbrio. Melhor dizendo, menos bêbado.
- Você desistiu de se casar com aquela lambisgóia, meu filho? – perguntou Helga a Nick, com carinho maternal.
- Delta não é nenhuma lambisgóia, Hel. – respondeu Nick, que na verdade, concordava com ela.
- Como não? Ela não é uma delambida, presunçosa, intrometida, enxerida, magricela, sem graça, antipática…?
- Não Hel, eu ainda vou me casar com ela. – interrompeu ele, antes que caísse em tentação e se juntasse a Helga na malhação à Delta.
- Então meu café não funcionou.
- Claro que sim, eu estou bem melhor.
- Você ainda vai se casar com a senhorita Gruudem. Se não estiver mais bêbado, está louco! – rebateu ela.
- Prefiro o termo “excêntrico” Helga. – disse Nicholas, beijando a testa daquela que, desde que sua mãe morreu, cuida dele com muito carinho. – É melhor nós descermos. Quem atrasa é a noiva, não o noivo.
- Você ainda pode desistir…
- Não posso. Até porque, infelizmente, não posso viver em um sonho e ser “feliz para sempre” com meu anjo.
Nick se lembrou do dia anterior, quando conheceu Selly. Ficou tão impressionado que tinha certeza que passou a noite inteira sonhando com ela. E, em seus sonhos, ela estava tão bonita naquele vestido esvoaçante que parecia ser um anjo. Seu anjo dos sonhos. Sonhou que se casaram em uma capela de Las Vegas. “Isso sim é um sonho…” – pensou enquanto ajeitava a gravata – “… mas agora eu vou por livre e espontânea vontade para meu pior pesadelo.”.

A cerimônia estava quase no fim – precisamente na hora que o padre diz ”se alguém sabe de algo que possa impedir esse casamento, que fale agora ou cale-se para sempre” – quando um engravatado que não estava na lista de convidados se destacou em meio à multidão.

*
Selly chegou a sua casa completamente tonta, mal se aguentando em pé. Por isso, suas malas ficaram pelo caminho, no quintal. Mal se jogou no sofá e fechou os olhos, ela ouviu a campainha tocando. Com muita preguiça de levantar e com a quase certeza de ser Justin, Selly não moveu nem um músculo a fim de atender a porta.
Quem chamava insistiu por muito tempo, mas Selly não pode afirmar por quanto, pois adormeceu mesmo com o irritante som da campainha e das batidas na porta.

*
- Se o senhor se casar, senhor Jonas, será preso.

Respondendo aos Comentários:
Ruh: E agora reclamarei menos ainda! 9 comentários, que feliz! =D Postado! Também amo a sua web, mas, quando não for mais Niley, eu vou amar mais! Capítulo postado, beijos!
Bazinha... S2...: Pessoa convencida! Eu vou fazer uma web Jemi, você vai ver! Que bom que você ficou curiosa, mesmo já tendo lido toda a história. Capítulo postado, bebê (“eu quero, eu quero!”)! Beijos s2!
. ana: Obrigada flor! Sempre vou postar nos fins de semana, sim? Porque, de segunda a sexta-feira, eu estudo e trabalho (saio de casa às seis da manhã e só chego às seis da tarde! =\) e, quando chego em casa, o que tenho que fazer? Deveres de casa, trabalhos enormes, estudar para provas dificílimas! Beijinhos, espero que tenha amado este capítulo também. Não se esqueça de comentar, viu?
Mika': Vou estar sempre esperando pelo seu comentário, tá flor? E eu não acho que escrevo tão bem assim... quando leio alguns livros – romances românticos – eu fico pensando: “Como podem ter tantas ideias, e tão boas? Eu quero ser como elas quando crescer...!”. Beijos, linda, não se esqueça de comentar, ok?
IS.: Eu? Uma diva? Se vocês estão dizendo, tudo bem... Obrigada! Como escrevo tão bem? Bom, são anos de prática e treino e blá-blá-blá... Brincadeira, eu não sou isso tudo! Mas tudo que sou fui construindo aos poucos. Beijos flor, e obrigada pelos selinhos! Estão lindos, são todos “pra mim”? *-*
mariana: Seja muito bem-vinda, Mari! Por favor, deixe suas unhas no lugar! Aqui está o segundo capítulo, e aí embaixo um pedacinho do próximo. Quase chorei quando li “o que é ponnie?”... :’( Sim, é do Rebelde (mexicano), não gosto de Rebeldes (brasileiro). Ponnie= PONcho+anNIE. (http://photoshopsanto.blogspot.com/2011/09/ponnie-love-drunk.html) . E claro que você não perturbou, amei seu comentário! Quero outro, hein? Beijos!
PS.: Lendo sua web (parei na parte em que a Selly é sequestrada! O.o). Quando terminar, deixo um recadinho lá pra você.
PPS.: A receita é ler e escrever muito! Os livros atuais são legais, e eu já li vários deles, mas vale a pena ler clássicos, eles ampliam nosso vocabulário! Já leu Senhora, de José de Alencar? Ele foi escrito em 1875, mas muito bom! Recomendo!
-=|†|-|ä¡§ ä£/ë§ †††††††: Você vai descobrir que a sensação de deixar as leitoras curiosas é excelente! (Então? Com quem a Amy vai ficar? Com o noivo ou com o cara do olhar?) Eu tenho um estilete, um grampeador, uma régua de metal (e eu) e não tenho medo de usar! Ainda vai me perturbar na sala? Rsrs Beijos Thaíziii!

Rubia lovato jonas: Que bom que você gostou! “Uma Estranha Vingança” voltará (eu acho) em janeiro, não se preocupe! Beijos flor! Comente, tá?

No próximo capítulo de Love Drunk:
- O que é isso? – disse Selly, checando o conteúdo do envelope.
- Nossa certidão de casamento, Selly.
- Como assim nossa? – perguntou ela, com medo de averiguar a folha presente no envelope.
- Nós nos casamos. Não se lembra? – fez Nick a mesma pergunta que o oficial de justiça fez a ele, mas não com ironia, pois ele sabia que Selly, assim como ele, não se lembraria de nada. – Eu também não me lembro direito…
- Peraí, eu ainda estou dormindo, né? Isso não pode ser verdade! – disse ela, se jogando ao sofá.
- Mas é. E eu tenho a solução. – confortou ele, sentando se no sofá, ao lado de sua esposa.

Divulgação:
 
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