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domingo, 16 de outubro de 2011

Abdução!

É, não... Não fui abduzida.
Sei que estou em falta com vocês, mas minha inspiração sanguinária está tão caída...
Então, queria saber se vocês se importam se eu der uma pausa em Uma Estranha Vingança. Sabe, eu preciso de um pouco de tempo para voltar ao ritmo dela. Estou até procurando filmes de vampiros para ver se "baixa uma inspiração". Começarei hoje, com "As Donas da Noite". Parece ser bem legal. Se alguém já viu, me avisa, tá?
Enquanto me recupero da crise, queria saber se vocês querem ler "Love Drunk". Já está pronta, e seus personagens principais são a Anahí e o Alfonso Herrera. Mas, se preferirem, posso adaptar para ser Nelena. O que acham? Aguardo respostas até dia 20 de outubro.
Beijos saudosos.
Deise Guimarães

domingo, 21 de agosto de 2011

Capítulo 4 + Desculpas...


Annie voltou a sonhar. Era de novo Elisa, presa no corpo da ruiva para contemplar sua vida. Esta vez não estava com o homem, e sim com uma criada que a vestia e outra que a penteava. Annie tentou contar quantas capas de roupa tinha em cima, mas fracassou. Quando terminaram de vesti-la e prenderam seus cabelos, o espelho mostrava a imagem de uma mulher muito bela, com um rosto angelical e um rubor quase virginal no rosto. Os olhos pareciam enormes depois da máscara para os cílios que fez trazer da França, e a cor do vestido contribuía para ressaltá-los.
As criadas fizeram uma reverência e partiram quando seu irmão entrou em seu quarto. O homem estava vestido luxuosamente, com os cabelos amarrados na nuca com uma fita preta, tal como ditava a moda. Ele entrou e contemplou Elisa com um sorriso no rosto.
- Está muito bonita, irmã. – disse, ainda sorrindo. - O duque não poderá resistir a sua beleza.
A mulher se contemplou no espelho com um orgulho pouco oculto, acariciando o veludo do vestido com a mão direita, admirando o brilho dos diamantes em seu pescoço. Isso era pelo que vivia: as joias, as roupas bonitas, o dinheiro… “Egoísta!” – pensou Annie – “Maldita egoísta!”.
Até seu irmão estava enganado, pensando que ela amava o duque em segredo e procurava o matrimônio por isso. Não sabia dos inúmeros amantes que levava ao quarto às escondidas, nem do dinheiro que esbanjava livremente. O pobre homem acreditava que ficava com ele para ajudá-lo depois da morte prematura do pai de ambos, e a amava por isso.
Elisa enlaçou o braço com o de seu irmão e desceram os degraus. Annie estava atônita com o luxo que tinha a casa. O veludo e a seda estavam por toda parte, embora o edifício tivesse o aspecto de ser muito antigo. Entraram em um salão bonito no qual já havia outras três pessoas. O mais baixo deles ficou de pé e saudou Elisa com uma reverência. Annie soube no mesmo instante: era o duque. Um homem baixinho e obeso, enfeitado com uma roupa de veludo que se esticava a altura do ventre proeminente.
Elisa se dirigiu para ele sorrindo docemente, como se não pudesse conter a alegria ao aproximar-se. O homem sustentou sua mão e aproximou os lábios a ela sem chegar a tocar sua pele, tal como ditava o protocolo. Sentaram-se um em frente ao outro, e a reunião começou. Annie presenciava sem reação como Elisa desdobrava todo seu arsenal de dotes para o duque, que estava totalmente encantado por ela.
Depois de conversar durante o que para Annie pareceram horas, levantaram-se e se dirigiram para o salão principal, que estava preparado para o que parecia uma festa.
E assim era. Em menos de meia hora começaram a chegar os convidados. Annie se sentia já meio enjoada entre tanta gente, sem poder controlar nenhum de seus movimentos, enquanto Elisa estava à vontade, falando com todos.
No meio da festa captou um olhar do duque. Elisa o olhou fixamente e saiu para o balcão. O jardim era enorme, e caminhou até uma pequena fonte que havia perto, sentando-se à beira da água e assumindo uma pose sedutora, com a cabeça virada de propósito para a água de forma que se pudesse contemplar a curva de seu pescoço e as ondas ruivas formando um mar vermelho.
- Minha senhora, sua beleza supera a das estrelas. – Elisa fingiu espantar-se, levando uma mão ao peito em um gesto elegante.
- Duque! Assustou-me.
- Sinto muito querida.
- Sabe que não deveríamos estar a sós, não somos parentes nem casados… - olhou para o chão, fingindo timidez.
- Elisa… - suspirou o duque - Acaso pensa que não conheço seus sentimentos?
- Duque! - Elisa se ruborizou - Por favor… não me ponha em evidência. Se souber o que sinto, não seja tão cruel de mencioná-lo.
- Mas devo mencioná-lo para dizer a você que eu também a amo, senhora.
- Não pode ser! Será possível essa sorte? - Elisa olhou fixamente ao duque.
- É possível, e se você confessar seu amor e me prometer fidelidade eu oferecerei minha mão a você em matrimônio, e pedirei a sua. - disse o duque rodeando-a com os braços.
- Oh! Claro que amo você!- disse ela abraçando-o por sua vez. - Vai falar com meu irmão?
- Esta mesma noite, se assim desejar.
- Claro que sim… não posso esperar para ser sua esposa.
Despois disso, tudo começou a dissolver, até que não restou nada além da completa escuridão. Pouco a pouco, as imagens começaram a voltar, e Annie se viu de novo no quarto de Elisa, observando o homem através dos olhos da desprezível mulher.
- Mas Elisa, podemos fugir! – implorou o homem, com tanta dor, que fez o coração de Annie se partir.
- Meu amor, sabe que não posso. - Annie sentiu as lágrimas correndo por suas faces. Não era possível, Elisa estava chorando? Que desperdício ela não ter nascido no século XXI! Hollywood perdeu uma grande atriz!
- É claro que pode! Nós podemos! - o homem se levantou da cama e se aproximou dela. – você não tem que casar com ele.
- Por favor, não arruíne os últimos dias que temos para ficarmos juntos. – Elisa soluçou. - Por favor, fique comigo até que me case.
- Ficar com você? Está louca?! Não posso ficar com prometida de outro homem! Porque agora é dele. Sua mulher, sua futura mulher.
O homem voltou a sentar-se na cama e começou a chorar, com a cabeça abaixada. O coração de Annie se partia ao vê-lo sofrer. Elisa se aproximou dele e levantou sua cabeça. Quando tentou beijá-lo, ele se separou dela.
- Não posso, Elisa. Tente ser feliz com seu marido. Eu não posso tocar a mulher de outro homem.
- Não vá! - gritou Elisa. - Não pode me deixar! Alfonso!
Annie acordou. Alfonso... O Poncho que ela conhecia era exatamente igual ao Alfonso do século XVIII. Mas isso era impossível. Annie lutou por poder permanecer no sonho, para saber a verdade. Mas não pôde.
- Annie! Annie, acorda!
Annie abriu os olhos lentamente, apenas consciente de que sua irmã a estava sacudindo. Quando viu que sua Annie já estava completamente acordada, Selly deixou de sacudi-la e se sentou na beira da cama.
- Sel…
- Estava gritando - respondeu sua irmã à pergunta ainda não formulada. - Chorava e chamava o tempo todo a um tal Poncho.
- Não pode ser…
- Eram esses os sonhos dos quais falou com mamãe?
Tudo veio a sua mente de repente: o segundo beijo, a ordem para que dormisse… o homem tinha que ser real e não podia sê-lo.
- Acho que estou enlouquecendo – suspirou Annie.
- Com o que sonha?
- Com outra vida - confessou.
- Quer dizer com a reencarnação? Uma vida passada?
- Algo assim.
- Quer que eu durma com você?- perguntou Selly enquanto se aproximava dela. - Como você fazia quando eu tinha sonhos ruins, lembra?
- Claro. Eu adoraria.
Selly se deitou na cama e abraçou sua irmã, que apoiou a cabeça no travesseiro e abraçou também.
- Agora durma. Não vai acontecer nada.

Poncho observou as duas abraçadas, aconchegadas uma contra a outra. Tinha tentado partir, mas a voz de Annie o deteve antes de sair. Assim que deixou o quarto ouviu Annie sussurrar “Elisa”; ele deu meia volta e ficou observando ela se retorcendo, enquanto revivia seu passado. Teve que conter-se para não abraçá-la quando começou a chorar, mas quando começou a gritar seu nome não pôde mais aguentar e chamou sua irmã. Esta era suficientemente sensível para ouvir sua chamada e foi no mesmo instante.
Vendo-a consolar sua irmã, Poncho conseguiu suficiente força de vontade para abandonar a casa e voltar para o hotel. Voltaria a vê-la na noite seguinte.
Annie dormiu tranquila o resto da noite, enquanto Poncho mantinha-se acordado em seu hotel até que o sol nasceu.
Mas havia alguém mais que também não dormiu.

O caçador sentiu a vibração do poder nos ossos. Sorriu ao dar-se conta de que teve a sorte de encontrar a um deles sozinho e desprotegido. E devia ser um neófito, porque nenhum dos que sobreviveram a guerra anterior se atreveria a usar seus poderes de um modo tão manifesto e despreocupado.
Rastreou a vibração, que o levou a uma casa de campo nos subúrbios da cidade. Seguiu o vampiro a uma velocidade sobre-humana, a tempo de vê-lo enganar a mulher que abriu a porta para ele inocentemente. Centrou-se nela: cinco presenças, todas humanas. Havia duas mulheres jovens e três mais velhas.
O vampiro entrou na casa e ficou observando às três que estavam na sala sentadas diante da televisão. Sua atenção estava centrada em uma delas, nem a mais jovem nem a mais velha. Ter certeza de que era um neófito, já que a mais jovem das mortais captou sua intrusão. Não era capaz de proteger-se de três mortais? Isso ia ser mais fácil do que parecia.
Depois de passar um bom tempo as observando, o vampiro subiu as escadas detrás da moça, e entrou em seu quarto. O caçador não pôde ouvir a conversa, mas o beijo que deram esclareceu mais que simples palavras. Isso ia ser muito divertido… Tal como lhe tinha ensinado a experiência, a melhor forma de acabar com um vampiro era atacar a sua companheira. A mortal podia ser inocente no momento, mas cedo ou tarde se daria conta de quem era seu namorado. E aí se decidiria seu destino.
Tirou seu celular e lhe atenderam quase imediatamente. Com um sorriso no rosto disse só três palavras.
- Eu o encontrei. - Do outro lado da linha responderam algo que fez o caçador se zangar, negou veementemente. Depois assentiu, e desligou o telefone.
A casa central o reprovou por não ter informado antes, mas tinha se retratado rapidamente. Os outros caçadores estavam prevenidos, embora a presa fosse dele.
Havia uns dez grupos mobilizados na Espanha, e outros seis em Portugal. Poderiam estar na cidade em menos de uma hora, com reforços suficientes para acabar com uns cinco ou seis deles. Eram mais que suficientes, mas não seriam necessários.
Inspirou fortemente, enchendo os pulmões com o suave ar noturno. A caça tinha começado.

Respondendo aos comentários:
* Uma Estranha Vingança
-=|†|-|ä¡§ ä£/ë§ †††††††: Demorou mas chegou, né Thaís? Acho que você nem leu o capítulo 3, mas aqui está o quatro. E espero que semana que vem venha o quinto capítulo. Beijo amiga!
IS.: Desculpe a demora, mas é que eu havia perdido todas minhas histórias... Recuperei algumas coisas, reescrevi outras, e estou eu aqui de novo, mesmo sem muitos coments. Beijos fofa!
Ruh: Obrigada amiga, espero que goste cada vez mais da história. Beijos e comente!
Bazinha... S2...: Espero que seja verdade, e agora sim você pode ler o capítulo 4 (bem feito, no seu pen-drive só tinha metade! rsrsrs) Mas confessa, você ia gritar mesmo se fosse o Ucker, né?! E que vídeo é esse? Não me lembro... Obrigada pelos selos! Beijos amiga, não esquece de comentar.

* The Only Exception
Bazinha...S2...: Desculpe pela irritação, principalmente por ser uma irritação laranja...  Fico feliz por ter gostado. Beijão!
Ruh: Achei! Bom, achar, não achei não, mas... aqui está um capítulo fresquinho de Uma Estranha Vingança. Espero que você também “ame, ame, ame” esse aqui. Beijos!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Sétimo Dia - 20 de agosto (parte 4)

Nick: Olá garotas! Eu vim chamá-las para almoçarmos.
Demi: Quem fez a comida?
Nick: Eu, Joe e David.
Mi: Selly, isso é seguro?
Selly: Não sei.
Nick: Como não sabe? Você já presenciou os meus dotes culinários.
Selly: Eu não estava lá dessa vez. Mas, na certa, a… Desculpe, qual o seu nome querida?
Nick: Sinto muito, vocês ainda não foram apresentadas. Essa é Chelsea, uma ex-colega de turma. {Ops! Era dela que ele falava quando disse que usou uma ex-colega de turma para causar ciúmes em… Mim? Isso explica muita coisa… Por que não pensei nisso antes?} Ela estudou comigo e com o Joe no terceiro ano. E essas são Miley, Demi e Selly.
Demi: Você vai ficar para o almoço Chelsea? {Percebi algo estranho na voz da Demi?}
Chelsea: Não, eu só vim confirmar alguns detalhes do concurso com Nicholas e já estou indo embora. Tchau garotas! Tchau Nicholas.
Demi: De que concurso ela estava falando?
Nick: Depois do almoço eu explico. Vamos?
                {Depois de almoçarmos – com certo receio, admito – Nick nos falou, sem muitos detalhes, sobre o concurso que a prefeitura promoveria. Como ele não poderia concorrer por ser o prefeito, ele faria a “abertura” do concurso. Ele nos mostrou o refrão da música que pretende cantar nessa ocasião.}
Nick: Bounce, [Pule] / Just bounce. [Apenas pule] / Let me see that body bounce. [Deixe me ver esse corpo pular] / Cause my rhymes are so fly [Porque minhas rimas são maneiras] / And my jeans is so tight [E meu jeans é tão apertado] / That make these people bounce. [Que faz essas pessoas pularem] // Bounce, [Pule] / Just bounce. [Apenas pule] / Let me see that body bounce. [Deixe me ver esse corpo pular] / Cause my rhymes are so fly [Porque minhas rimas são maneiras] / And my jeans is so tight [E meu jeans é tão apertado] / That make these people bounce. [Que faz essas pessoas pularem] [créditos pela música: original e tradução Bounce (Jonas Brothers, Demi Lovato)] [falando] Por que vocês não estão pulando?
Selly: Não nessa vida…
Nick: Então, que tal um passeio de barco? Nós podemos ver o pôr-do-sol de dentro do mar.
Mi: Ai, que fofo! Vamos?!
Demi: Por mim, tudo bem.
David e Joe : Se elas vão, nós também.
Nick: Selly?
Selly: Podem ir, não me importo de ficar sozinha. Aliás, que belo acampamento, hein? Dentro da casa de praia… Até as crianças de cinco anos fazem melhor que isso.
Nick: Se você não for, eu também não vou. [se joga no sofá onde Selly está sentada]
Selly: Não seja infantil, Nick.
Mi: Nós esperamos vocês lá fora… [Jemi e Diley saem]
Nick: Você pode escolher: ou vai comigo e os outros para o passeio de barco ou nós ficamos sozinhos aqui. Sinceramente, eu prefiro a segunda opção, mas a escolha é sua.
Selly: Tudo bem, eu fico com a primeira. Qual é o tipo de embarcação?
Nick: Você logo verá… {E me levou até orla da praia.}
Selly: Canoas?!
Nick: O que foi? Esperava um iate?
Selly: Não é isso, mas é que eu nunca vi canoas assim.
Nick: Há uma primeira vez para tudo.

                {Embarcamos em duplas (ou, se preferir, “casais”). Como Demi foi com Joe e Mi com David, só sobrou o Nick para ir comigo.}
{O passeio foi agradabilíssimo e, por mais incrível que pareça, Nick não me fez um galanteio (Que palavra antiga! Devo estar ficando velha!) durante todo o tempo. Mas seus olhares e sorrisos me derretiam mais do que qualquer palavra que ele pudesse dizer. Com exceção de uma frase formada por duas palavrinhas, é claro – te amo. Porém, o mar começou a ficar mais agitado devido às correntes marinhas e o barquinho começou a balançar. Nick percebeu minha falta de equilíbrio e me abraçou para que eu não caísse. Mesmo quando o mar se acalmou, Nick não me soltou. E eu não o empurrei para obrigá-lo a me soltar ou pedi que fizesse tal coisa. E, abraçados, vimos o pôr-do-sol. A lua já começava a surgir no céu e o barulho do mar e dos pássaros era como uma canção de ninar, que Nick interrompeu.}
Nick: É melhor nós irmos também.
Selly: Também? Por quê?
Nick: Os outros já foram. {Só agora percebi que estávamos sozinhos…} Agora os ventos estão indo em direção ao mar, vai ser mais difícil remar.
Selly: Você precisa de ajuda?
Nick: Não se preocupe, eu dou conta.
{Realmente ele deu, e, em cinco minutos, chegamos à praia. Ao amarrar a canoa (já que é bem difícil ancorar uma), Nick me disse…}
Nick: Antes do jantar, eu queria te mostrar um lugar. Posso?

Respondendo aos comentários:
Nathy: Postado já! Divirta-se!
Natasha: Tadinho do Nick, né?! Vamos ver o que a Selena vai fazer... Postado!
Kekel: Obrigada pelas notas tão altas! Beijos!
Fernanda: Obrigada! Postado já!
Anaa: Postado! Vamos ver o que acontece com o Nick e a ALO, né?!
Nelena e Jemi: Postado! Mate sua curiosidade e divirta-se!
Love Sel Nick: Obrigada, e já foi postado! Divirta-se!
Hayley: Obrigada! O plano de fundo foi minha amiga, Ruh, que conseguiu. (que por um acaso é ela que posta os capítulos) Tem um site que tem esses templates legais... Aí é só ir em design e mudar...  O site é o seguinte: http://btemplates.com/.

Obrigada à “R.B.D.” e à “Love Sel Nick” por me darem os Selos de Qualidade! Obrigada mesmo! Beijos...


Divulgando aqui:
Beyond the End - Web da Ruh, passem por lá!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Feliz Natal


Feliz Natal a todas que leem a minha web!
                               Deise

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Sexto Dia - 19 de agosto (parte 1)


{Eu não consegui dormir. E Nick também não. Ele entrou de fininho no meu quarto. E eu fingi estar dormindo. Nick começou a me beijar, partindo da mão até chegar ao ombro, depois o queixo e quando ia beijar meus lábios, eles começam a se mover…}
Selly: O que você pensa que está fazendo? [abre os olhos] Sabia que posso te processar por assédio?
Nick: Desde quando beijar a namorada é assédio?
Selly: Desde quando eu sou sua namorada?
Nick: Bom, eu pensei que…
Selly: Pensou errado. Não há namoro sem… {Pedido, idiota!} Quer saber? Quem sabe dessa vez você descobre. Agora vá dormir.
Nick: Mas já é de manhã…
Selly: Então vá preparar o café!
Nick: Como é que é?
Selly: Ninguém mandou você me acordar; agora eu estou de mal humor.
Nick: Sim, mas…
Selly: VAI LOGO!
Nick: Espera aí, a última palavra é minha… {Fiz a cara mais má que podia, daquelas que a Mi morre de medo.} Como quiser, meu amor! [vai quase correndo para a cozinha.]

{Me levantei, fui ao banheiro e depois, fui para a cozinha. Ao chegar lá, Nick já tinha ido e tinha deixado um bilhete na porta da geladeira…}
{Com preguiça de preparar o café-da-manhã, peguei um iogurte na geladeira. Após tomá-lo, liguei pra Mi…}
*** ligation beginning***
Selly: Oi miga!
Mi: Hãn? Ah, Selly? Por que você está me ligando de madrugada?
Selly: Madrugada Mi? São 8h30mim!
Mi: Então?!
Selly: [diz baixinho] Ninguém merece…
Mi: O que?!
Selly: Nada, deixa pra lá. Liguei pra saber quando você vai terminar de contar o que houve entre você e o David.
Mi: Que tal… Às 9? Da noite, claro.
Selly: Como quiser. 9 horas. É melhor se apressar porque você só tem vinte e sete minutos para se arrumar.
Mi: O que?! Você tá louca Selly? Qual parte do “NOITE” você não entendeu?
Selly: A gente se encontra no restaurante do hotel e tomamos café juntas. Até daqui a pouco, tchau!
*** ligation end***
Selly: {Desliguei antes que Miley pudesse protestar.} Agora, a Demi. {Ai, que demora pra atender! Já vou arrumando as coisas.} [andava de um lado para outro, segurando o celular com o ombro]
*** ligation beginning***
Demi: [sonolenta] Oi… {Tropecei na capa do violão e caí. Consequentemente, gritei.} Amiga?
Selly: {Esfregava o joelho, que estava dolorido devido à queda.} Ai… Oi amiga. Por que você demorou a atender?
Demi: Eu estava acordando, e falando ao telefone! Hoje é sexta-feira, só trabalho à tarde. {Abri a capa do violão para verificar o estrago.} O que aconteceu com você?
Selly: Eu tropecei no violão e… Ah não, estraguei a corda!
Demi: Ah amiga, tem uma loja de instrumentos perto da sua casa. É só você passar lá depois de tomar café com a gente.
Selly: O quê?
Demi: Tomar café comigo e com a Mi. Já esqueceu?
Selly: Eu não me lembro de ter te falado isso.
Demi: Mas não falou mesmo. Quem falou foi a Mi. Eu demorei pra atender o celular porque estava falando com a Mi no fixo.
Selly: Ah, claro. Então você liga pra ela e remarca o nosso “encontro”. Nós tomamos café depois de comprar novas cordas para meu violão.
Demi: Tá bom então.
Selly: Bye bye.
*** ligation end***
{Peguei meu violão (ou pelo menos o que restou dele) e fui para a tal loja de instrumentos. Para minha surpresa, Mi e Demi já estavam lá. Depois dos devidos cumprimentos, fui para o balcão pedir minhas cordas. Enquanto esperava o atendente colocar as novas cordas no meu violão, “alguém” começou a cantar…}

Respondendo aos comentários:
Glorinha Atanascovitch: Postado, que bom que você gostou! Fico super feliz... Diga-me sua opinião sobre este capítulo, hein!?
Love Sel Nick: Obrigada, que bom que você gostou! E deste, o que achou?
Nathy: Finalmente mesmo! Demoraram bastante, né?! O que achou desse capítulo?
Histórias: Nossa, fiquei muito feliz agora por saber que você gosta tanto da minha história! Comente sempre que puder (todos os dia, de preferência) fico feliz ao ler seus comentários!
Thamara: (Ruh falando) Por nada, eu pedi muito para conseguir o primeiro beijo, mas está aí! Ficou bem legal esse capítulo, né?! Mas e deste último, você gostou?
Sel, Nick, Kekel: Obrigada e já está postado! O que achou dele (o capítulo)?
‘ Anaa: Hum, que bom, adorei saber que você é nova por aqui. O que tem achado da minha história? Continue comentando. Beijos...

Meninas, estou aqui para divulgar (de novo) a minha outra web que escrevo com mais duas amigas. O nome da web é: A Vida Imita a Arte e o link é o seguinte: http://ruhbahdeise.blogspot.com/... Entrem e comente! Beijos...
 
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