terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Love Drunk_Capítulo 06_Restaurante



Capítulo 06–Restaurante

- Como você pode ter se esquecido de passar o protetor solar Nicholas? – disse Selly, batendo no braço ardido de Nick, o que o fez gritar – Ai, desculpa! – disse ela, fazendo uma careta. Logo depois, caiu na risada.
- O que é tão engraçado? – perguntou Nick, quase gritando.
- Você tem muita sorte desse elevador estar vazio. O seu gritinho foi tão… feminino.
- Você é que tem sorte por eu estar assim, porque se não eu…
- Você o quê? Ia me bater? – desafiou-o.
Nick respirou fundo, mas não foi suficiente para controlar seu sentimento, que ele supunha ser raiva. Seu coração acelerara a partir do momento em que Selly começou a rir, assim como ele sentiu seu corpo arder, mas não o ardor dolorido provocado pelo dia todo sobre o sol; era um ardor bom, que o aquecia, sem queimá-lo. Mas isso não era raiva.
- Quer saber, não importa o quanto isso doa… - proferiu ele, enquanto se aproximava de Selly, com o intuito de beijá-la. Ato que foi interrompido pelo som da campainha do elevador, que anunciava que o destino dos dois chegara – Droga! – bufou ele, saindo do elevador em direção ao quarto. Mas, ao abrir a porta, ele não entrou: esperou que Selly chegasse e deixou que ela passasse primeiro, antes de fechar a porta e voltar a falar – Desculpe, eu não devia ter feito aquilo.
- Você não fez nada, não precisa se desculpar. – respondeu Selly, sorrindo – Vem cá, me deixa cuidar de você.
Nick obedeceu e se sentou na banqueta que Selly apontou para ele. Ela buscou um frasco de creme pós-sol, que gastou todo tentando aliviar a dor de Nick. O que não funcionou muito bem.
- Selly, por favor, liga pra Hel. Ela vai saber o que fazer.
- O que foi? Ela por acaso é médica? – desdenhou Selly.
- Liga logo pra ela, antes que eu arda em chamas! – reclamou Nick.
- Liga você.
- Se eu conseguisse encostar em alguma coisa, eu ligaria. Mas não dá! Vai Selly, por favor…
- Ai, tá bom. Cadê seu celular?
- No criado-mudo. É só ir nas chamadas recentes, ela foi a última pessoa pra qual liguei.
Selly ligou para Helga, que recomendou compressas de polvinho para aliviar de vez a dor de Nick. Selly estranhou a voz de Helga, achando ser uma voz envelhecida para ser a da noiva de Nick. Fato facilmente explicado pelo fato de Helga não ser a noiva de Nick, e sim sua governanta, quase sua mãe. Mas Selly desconhecia esse fato.
Ela desceu até o saguão do hotel, onde, na cozinha, conseguiu polvinho e uma bacia com água gelada. Voltou para o quarto e cuidou das quase queimaduras de primeiro grau de Nick, que prontamente já estava bem melhor.
*
- Está melhor, Nick? – perguntou Selly quando ele saiu do banho.
- Muito. Obrigado Selly. Você é um anjo.
- Ah claro…
- É sério! E, pra recompensar seus esforços em me curar, vou te levar para jantar fora hoje.
- Hum, belo pagamento. – após alguns segundos de silêncio, toma coragem para perguntar – Hãn… Nick?
- Sim?
- Posso fazer uma pergunta?
- Além dessa? Claro.
- Quantos anos tem sua noiva?
- A mesma idade que eu, acho… talvez alguns anos a menos. Por quê?
- Por que, quando eu liguei pra ela…
- Você ligou pra Delta? Quando?
- Delta? O nome dela não é Helga?
- Não. Helga é a minha governanta.
- Governanta?
- É. Você achou que…?
- Acho que é melhor eu tomar banho pra nós irmos… - como andava de ré, Selly tropeçou – jantar. – disse correndo para o banheiro.

Ao sair do banho, Selly encontrou Nick dentro de um terno preto, juntamente com uma camisa social azul-claro, calçando seus sapatos. Ela usava um vestido preto, de corte simples e elegante.
- Acho melhor eu trocar de roupa. – disse ela ao ver a elegância do “marido”.
- Por quê? Você está linda assim.
- Você também está lindo. E mais, está muito elegante. O meu vestido é muito simples para sair com você.
- Tudo bem. – disse ele, despindo o paletó e o colete – Agora você está perfeita. Vamos? – disse enquanto abria a porta do quarto.
- Claro. – saíram em direção ao elevador, conversando – O restaurante fica muito longe daqui? Vamos a pé ou de táxi?
- Na verdade, o restaurante fica em um bairro próximo daqui, mas não vamos de táxi. Eu aluguei um carro, que chegou enquanto você tomava banho. Espero que goste.

Nick levou Selly a um restaurante italiano, iluminado somente por velas. A mesa reservada a eles ficava perto da janela, onde recebia uma iluminação extra: das estrelas e da lua cheia.
O garçom logo os atendeu, levando bebidas para saborearem enquanto decidiam o que comeriam.
- Que tal uma macarronada? – sugeriu Nick.
- Você já viu o filme “A Dama e o Vagabundo”?
- Já, e...?
- Definitivamente, macarronada não é um prato muito seguro.
- O que foi? Você está com medo de beijar seu marido?
- Meu marido... Nova piada, é?
Nick não respondeu, pois o garçom já havia voltado para anotar os pedidos.
- Vamos querer macarronada, por favor.
- Nick! – reclamou Selly. Será que ele não ouviu nada do que ela disse?
- Ah claro, desculpe. Vamos querer em um prato só, como no filme da Dama e o Vagabundo, sabe?
- Como queira senhor. – disse o garçom, já saindo.
- Nicholas Jonas! Você é surdo? Eu disse que não queria macarronada!
- Selena Gomez Jonas, não grite no restaurante. Que coisa feia...
- Não me trate como uma criança!
- Então não aja como uma. Se não, vou te pôr de castigo, hein? – disse ele, aproximando sua cadeira da dela.
- O que você vai fazer? Me proibir de assistir desenhos?
- Não. Vou te condenar a ser minha eternamente.
- Adoraria... – sussurrou ela.
- O que você disse? Eu não ouvi.
- Adoraria que você se calasse. O garçom está voltando.
O garçom cumpriu a risca o pedido de Nick, e ofereceu-lhe o cardápio de vinhos. Mas Selly e Nick preferiram tomar mais da bebida oferecida quando eles chegaram. Tal bebida, descobriram, era a famosa caipirinha.
Já a macarronada... Bem, Selly não reclamou mais da escolha de Nick, já que era a melhor macarronada que já tinha comido. Quando estavam quase acabando, aconteceu a cena que Selly tanto “temia”. Mas, antes mesmo do fio de massa ficar esticado, Nick mordeu o macarrão, impossibilitando que o beijo coberto de molho de tomate se concretizasse.


Respondendo aos Comentários:
-=|†|-|ä¡§ ä£/ë§ †††††††: Oh, tadinha de você! Mas quem mandou ser música? O meu violão tá aqui parado há um tempão, mas aposto que você não pode dar um descanso à sua flauta, né? Não fique com ciúmes, eu te amo também (mas é que, ultimamente, a Ruh está mais ciumenta... tá, exagerei! Quase tão ciumenta quanto eu...) E, já que sentiu falta, lá embaixo está um pedacinho do Capítulo 07, Tempestade. Beijos! Até quinta! ^^
Demizinhaaa *: Que bom que tenha amado o capítulo anterior. Como está esse? Olha, o próximo tá melhor! Dá uma olhadinha na apreciação, como disse a Thaís, que está no fim deste post e imagine o que irá acontecer. E, como futura professora e atual estudante, peço: NÃO COLE! Você não vai aprender nada assim, acredite! Tenta organizar seu tempo, dividi-lo entre estudar e curtir! É sério, você vai aproveitar muito mais seu tempo se não tiver que fazer a recuperação. E, mesmo que não fique de rec, não acha um desperdício de tempo ter que passar a manhã ou a tarde ou talvez o dia todo na escola e não fazer nada além de zoar? Tá, parei com o papo mãe! Beijos! =) ...e pensa, tá?
Mika': Corre Mika’! Quem sabe você não é a primeira dessa vez? =D Pra mim, não importa se você for a primeira ou a última, o importante é que você se lembrou de mim! ^^ Beijos!
T.: Se pelo menos esse Cupido estivesse com as asinhas... Ia ser mais fácil achá-lo, não acha? rsrsrs Postado flor, espero que goste. =D Ah, eu amei o selo. Muito lindo! Obrigada! *-*
Ruh: Ainda com ciúmes? Ah, deixa comigo! Na quinta eu te dou um daqueles abraços-cabeça! Seu ciúmes vão passar num instante! E eu estou sempre no seu blog! Quem fez sua imagem, hein? Hein? =} Beijinhos! =*
Rubia lovato jonas: Obrigada flor! Será que a Selly vai resistir ao charme do Nick? =P Oh, dúvida cruel! Espero que tenha gostado deste capítulo. E o que você acha que acontecerá no próximo? Leia um pedacinho aí em baixo e tente descobrir! =* Beijos!

No próximo capítulo de Love Drunk: Tempestade (007)
- Eu me casaria com você de novo, agora.
- Você pode estar menos embriagado, mas ainda assim você bebeu.
- Não. – disse, acariciando o rosto de Selly. – Nós bebemos. Mas eu sinto a mesma coisa que senti quando acordei. E prometo que não bebi nada durante a noite passada.
- Bem... Tá calor aqui, não é? – desviou do assunto, assim como se desviou de Nick – Esse é o botão do ar-condicionado?
- Não Selly! Esse é o do...
E o teto-solar abriu. “Solar” não é o termo apropriado para o momento, já que a chuva ainda caia, molhando os dois.
Nick fechou rapidamente o “teto-pluvial”, mas a chuva caiu por tempo suficiente para desmanchar o penteado de Selly. Nick, delicadamente, livrou o rosto de Selly de uma mecha de cabelo, que colocou para trás da orelha dela.
- Desculpa, - disse ela ao sentir a mão de Nick em sua nuca – mas eu preciso fazer uma coisa.


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Love Drunk_Capítulo 05_Praia


Capítulo 05–Praia
Selly e Nick chegaram à recepção do hotel e foram fazer o check-in.
- Boa noite, eu queria um quarto, por favor. – disse Selly.
- Queríamos. – corrigiu Nick.
- Os senhores têm muita sorte. O Rio de Janeiro está recebendo um simpósio, todos os quartos estão ocupados. Exceto um. O casal terá uma vista maravilhosa da praia de Copacabana.
- Não quero o mesmo quarto que ele! Nós não somos um casal! – disse Selly, beirando a grosseria.
- Desculpe, mas os seus documentos dizem…
- Não se desculpe, ela queria passar a lua-de-mel no campo… - disse Nick – Vamos ficar com o quarto.
- Certo. – disse a atendente, preenchendo as fichas o mais rápido possível. – Aqui estão as chaves.
Selly pegou sua chave e foi em direção ao elevador, deixando Nick para trás.

*
Nick já havia descarregado todas as malas no quarto e fora tomar banho. Selly observava a paisagem pela sacada e, ao entrar novamente no quarto, se deparou com Nick arrumando sua “cama”, que nada mais era que lençóis e travesseiros pelo chão. O cheiro de seu sabonete se espalhava por todo o quarto, embriagando Selly.
- Você vai dormir aí?
- Vou. Infelizmente, esse quarto é de casal e não tem duas camas.
- Então… - a vontade que Selly teve de chamar Nick para dormir na mesma cama que ela evaporou-se quando ela se deu conta da proximidade que os dois teriam – Boa noite.

Selly afundou-se em meio aos lençóis e dormiu, evitando respirar o máximo que podia, para que, assim, ela não sentisse o cheiro de Nick, que, mesmo estando longe, era forte o suficiente para deixá-la perturbada. Ela tentava se convencer que tamanho incômodo era devido à sua alergia a perfume. Alergia essa que nunca existiu.
Nick não dormiu direito, não só pelo fato do chão frio e duro sob seu corpo, mas também pensava em como ganharia a aposta. Pensava em como conquistaria Selly. Pensava em como pagaria o tratamento de seu pai. Pensava em… até que dormiu.

*
Nick acordou cedo para começar a pôr sua primeira ideia em prática: café da manhã na cama para Selly, que logo acordou.
- Bom dia Selly!
- Bom dia… - disse ela, ainda sonolenta – O que é isso?
- Seu café da manhã. Eu trouxe pra você.
- Obrigada, querido – disse ela, levantando-se da cama e indo em direção ao banheiro – mas eu não como nada logo assim que eu acordo. Depois eu desço e como alguma coisa, ok?
Depois disso, Nick só ouviu o som do chuveiro ligado e Selly cantarolando uma canção. Ele foi para a varanda e fez uma ligação para Helga.
- Nick, meu filho, como você está? – disse Hel assim que atendeu ao telefone.
- Hãn… Bem, Hel. – hesitou Nick.
- Não é o que sua voz diz, Nicholas. O que aconteceu? Vocês brigaram? Acho que não. Acho que você ainda não a conquistou. Por quê?
- Por quê?
- Por que, sim meu filho, foi isso que eu disse: por quê?
- É que eu... Eu não sei… E ainda é meu segundo dia com ela.
- Você se casou com ela na mesma noite em que a conheceu, e em dois dias ainda não obteve nenhum resultado?
- Hel, nós estávamos bêbados! E não, nada que eu faça faz com que ela sequer sorria para mim.
- E o que você já fez?
- Bom… Eu levei café da manhã pra ela hoje.
- E qual foi a reação dela?
- Ela me agradeceu, mas não come nada de manhã…
- Então foi como se você não tivesse feito nada. Como você vai conquistá-la com coisas que ela não gosta?
- Sinto que nada que eu faça vai agradá-la. E acho que ela não gosta de mim. Nem mesmo aceitou que eu pagasse as despesas da viagem.
- E esse não é um bom sinal? Se não é sequer para ganhar uma viagem de graça, pra quê ela viajou com você, meu filho?
- Para se livrar de mim! Eu consegui convencê-la de que o Cupido que fez nosso casamento está de férias aqui no Brasil e que ele pode confirmar nosso estado quando nos casamos, dizer que em nossas veias, a cada gota de sangue que corria, havia outras quatro de álcool.
- Vocês estavam tão embriagados assim?
- Estávamos muito mais que você possa imaginar, Hel.
- Como você consegue se lembrar do que aconteceu?
- Bom, não é que eu me lembre… - Nick interrompe a explicação ao perceber que Selly saia do banho – depois eu te explico, tá bom Hel? Beijos!
- Comece pelo óbvio, filho. – disse Helga, antes de desligar.
Selly, secando os cabelos com uma toalha felpuda, vai ao encontro de Nick.
- Falando com sua noiva?
“Provocar ciúmes é óbvio o suficiente?”, perguntou-se Nicholas.
- Falava com a mulher que eu mais amei em toda minha vida. Até hoje, pelo menos.
“Ela que interprete como quiser.”, pensou Nick, se livrando de uma possível culpa.
- Que fofo. Ela tem muita sorte. – disse Selly, sem entender o que estava sentindo naquele momento.
- Eu é que tenho sorte por tê-la cuidando de mim, por todo esse tempo. Só quando a Hel consegue me proteger quando eu sinto medo.
- Você não tem vergonha? Um homenzarrão desse tamanho sente medo do quê? Do escuro? De trovão? Do bicho-papão?
- Quando eu era criança, sim. Agora, meu medo é bem pior.
- Sério? Qual é seu medo agora?
- Medo de ser infeliz, de ficar sozinho… essas coisas.
- Não se preocupe. Sua esposa cuida de você agora. – disse ela sensibilizada e surpresa com a melancolia de Nick, enquanto o abraçava.
- Minha… esposa?
- Bom, pelo menos até encontrarmos o Cupido e… - Selena separou-se do abraço, envergonhada por ter dito ser a esposa de Nick – Quando e onde começaremos a procurá-lo?
- Bom, se ele está de férias, deveríamos começar agora, pelas praias. O que você acha?
- Ótima ideia!
Eles arrumaram suas coisas e foram para a primeira praia da lista: a de Copacabana, que fica bem em frente ao hotel onde eles estavam.
Mas Nick esquecera algo muito, muito importante.

Respondendo aos Comentários:
Ruh: Eu sei. E por gostar tanto desse quando daquele, eu não comento muito no seu blog. Prometo te pagar com juros e correção monetária, assim que ele for Liley ou Chaverroni. Beijo, te amo.
Demizinhaaa *: Obrigada. Postado, flor. Graças às provas possíveis (não fáceis, NUNCA diga a um professor que a prova dele é fácil! #experiencia_própria), ao meu estudo (quase nada, confesso) e as aulas semi-particulares da Ruh, que me fez lembrar de todas as matérias (te amo amiga! <3), saí ilesa do provão (até em História e Filosofia da Educação \o/) e posso voltar a escrever! Beijinhos, espero que goste desse capítulo também. Ah, obrigada pelo selo, adorei! S2
Mika': Não fique triste por não ter sido a primeira. O importante é que você está aqui. Obrigada pela preocupação, flor, mas agora já está tudo bem. Amei a música! É sério, amei muito! Quem sabe saí até uma história baseada nela? E dedicada a você, claro, por me apresentá-la. O que acha? Mate sua ansiedade agora! Beijos!
Rubia lovato jonas: Agora você já sabe. Quer saber também o que acontecerá no próximo? Não deixe de ler, e deixar seu recadinho dizendo o que pensa. Posso contar com você? Só não enlouqueça! Creio que nos hospícios, por melhores que sejam, não tem um computador com acesso à disposição dos doidinhos! rs Como você continuaria aqui, me animando com seus recadinhos? =) Te adoro, beijos!
Bazinha... S2...: Mas é Niley! =( #drama_on Fazer a imagem já foi demais pra mim! Me senti traída, como se estivesse vendo meu amor com outra (e foi isso mesmo o que aconteceu)! #drama_off  Também te amo “mitão”. Eu acho. E eu te perdoou, principalmente porque não apareço muito no seu blog também. Sabe, é que fico um tempão fazendo capas de Jemi pra minha amiginha chatinha... =P Beijos!

Alerta de Ciúmes soando!
Ruaninha, meu docinho de coco diet. Como eu sei que, na convivência comigo, seu ciúmódromo está atento – mas, garanto, não mais que o meu – resolvi complementar a resposta ao seu comentário aqui. Quero te agradecer por tudo, tudinho mesmo, desde os conselhos às discussões pra saber qual resposta de Matemática está certa, as quais você ganhou QUASE todas ={. E, claro, agradeço por ser minha amiga, por me aturar. (pausa para secar as lágrimas, não dá pra digitar sem enxergar!) Ah, caso queira meter o bedelho nas minhas histórias, fique a vontade. Afinal, você é parte da mais importante: a real. Mas, cuidado com o que você vai falar! Não posso mais te bater, mas ainda nhaco!
E paro por aqui, pois outra pessoinha pode ficar com ciúmes...
Né Bah?
Amo as duas igualmente.
Aliás, as três. Vai que a Thaís resolve aparecer por aqui e fica com ciúmes também? O.o
E, pra fechar:
“Amigas, pra sempre! Para sempre amigas sim, se Deus quiser.”


domingo, 27 de novembro de 2011

Love Drunk_Capítulo 04_Viagem

Adivinha quem voltou? *-* Mas acho que vocês querem um capítulo agora, né? Então, aí vai:


Capítulo 04 – Viagem
- Tem certeza que isso vai dar certo? – disse Selly ao ouvir o anuncio de última chamada para seu voo.
- É claro. De que outra maneira nós faríamos isso? – respondeu Nick decidido, enquanto empurrava o carrinho com as malas.
- Mas e se nós não encontrarmos o Cupido?
- É claro que vamos encontrá-lo. Meus informantes deram certeza que ele foi para o Brasil.
- Informantes… - disse ela, carregada de ironia – Quem você é? Um mafioso italiano?
- Você sabe que eu sou estadunidense, está na nossa certidão de casamento. Mas Gomez é de origem italiana, não é? Se não me engano, uma versão abreviada de Gomoarius, que significaria “homem de guerra”. Bom, realmente combina com você.
- Idiota… - sussurrou ela.
- Mal casamos e você já está me blasfemando? – disse ele ao ouvido dela – Que coisa feia… Como vamos ficar quando estivermos comemorando bodas de diamante?
- Isso nunca vai acontecer, lembra? Nós vamos anular esse casamento.
- Claro. – disse ele, enquanto ambos entravam no corredor que os levaria ao avião. – O que vai nos acontecer dessa vez?
- Dessa vez?
- É. Da última vez que viajamos juntos de avião, nos casamos.
- Espero que o avião não caia. Depois de me casar, morrer é a pior coisa que pode me acontecer.
- Morrer é melhor que se casar comigo?
- Morrer é melhor que passar o resto da minha com um idiota.
- Você não me conhece. Como pode dizer que sou idiota?
- Você é um homem. Não preciso te conhecer pra saber que você é idiota. – disse ela, andando na frente de Nick.

*
  As horas de voo sem se mexer e sem falar deixaram, estranhamente, Selly mais calma. Durante o voo, Nick tentou falar por diversas vezes, mas ela logo encerrava o assunto. Agia assim desde sempre: quando ficava nervosa, ficava praticamente muda, se isolava do resto do mundo com seus pensamentos, até se acalmar; caso contrário, era capaz de voar no pescoço do primeiro que lhe dirigisse o olhar.
Depois de horas em silêncio, Selly está totalmente “paz e amor”. Eles pegaram suas malas e embarcaram em um táxi.
- Nicholas, onde vamos nos hospedar?
- No Copacabana Palace Hotel.
- O hotel mais caro da cidade…
- Não se preocupe. Minha empresa não vai às mil maravilhas, mas eu ainda posso pagar nossa estada.
- Não se preocupe você. Eu faço questão de pagar minhas contas.
- Mas você…
- Mas nada. – interrompeu ela – Quer dizer que eu dei o golpe do baú em um quase falido?
- Não é bem assim… A minha empresa…

Selly ouvia atentamente enquanto Nick explicava a situação da empresa. Mas ele não podia compreender como uma pessoa simples – a julgar por sua casa – como ela fazia questão de pagar as caras estadias do hotel. Compreenderia se soubesse da herança herdada por Selly, que ela nunca esbanjava. Mas, para se livrar da companhia de Nick, Selly gastaria todo o dinheiro do avô.
Toda essa aversão por homens não era culpa de Nick, mas sim de Justin. Seu casamento que não aconteceu a deixou traumatizada. Ela não queria saber de Nick, Justin ou qualquer outro homem por um bom tempo. Ao menos, era isso que ela pensava.
Nick não suportava a ideia de se casar com Delta, mas, para salvar sua empresa, faria tudo. Até conhecer Selly… Não, apesar da fachada, ele não pensa só em dinheiro. Seu empenho em salvar a empresa se deve ao tratamento caríssimo do pai. Sem a empresa, poderia manter-se traquilamente, até com certo conforto. Mas não poderia pagar o tratamento do pai. O senhor Jonas nunca concordou com o “sacrifício” do filho, mas Nick era muito persuasivo e o pai acabou cedendo.
Helga tão pouco concordava com o casamento de Nick, e por isso o convenceu a conquistar Selly. Surpreendeu-se quando ele aceitou tão rápido. Até Nick surpreendeu-se. Sentiu-se feliz ao saber que estava casado com ela, assim como se alegrou ao revê-la, mesmo com os cabelos bagunçados, o rosto inchado e a roupa amarrotada. Mesmo não estando arrumada, seu anjo estava divina. E a cada vez que via seus olhos, sentia seu coração dar um solavanco. Ganhar a aposta feita com Helga seria fácil, pois, a cada sorriso de Selly aumentava sua certeza: ele já estava apaixonado por ela.

Respondendo aos Comentários:
Mika': Yes! First again! rsrsrs Legal a música, se souber o nome, me diz, tá? Obrigada, espero pelo seu próximo comentário. Será que você será a primeira de novo? =) Também te adoro, beijinhos...
-=|†|-|ä¡§ ä£/ë§ †††††††: Agora sim, eu vi que ele voltou intacto da casa da tia Thaís. E me foi muito útil, já que minhas 999 fontes foram excluídas do PC. Vai ter que esperar até a próxima semana pelo próximo capítulo, ta? (smack) Não esqueça de comentar, viu?
Rubia lovato jonas: Sem problemas, flor. Eu estou fazendo minhas provas finais e só estou postando porque dei uma fugidinha dos estudos. =) Mas é por uma boa causa, não concorda? Beijos, também te adoro. Comente, se der, ta?
T.: Iup! Que bom que gostou, T.. Continue lendo e saberá o que acontecerá, sim? Beijos e seja bem-vinda ao meu clã! rs
Demizinhaaa *: Postado! Obrigada pela sua atenção, flor. Espero que goste do capítulo. Beijos. <3 E viu? Nem demorei tanto assim! =)

No próximo capítulo de Love Drunk:
- Você não tem vergonha? Um homenzarrão desse tamanho sente medo do quê? Do escuro? De trovão? Do bicho-papão?
- Quando eu era criança, sim. Agora, meu medo é bem pior.
- Sério? Qual é seu medo agora?
- Medo de ser infeliz, de ficar sozinho… essas coisas.
- Não se preocupe. Sua esposa cuida de você agora. – disse ela sensibilizada e surpresa com a melancolia de Nick, enquanto o abraçava.
- Minha… esposa?

Agora, voltando aos estudos! Amanhã, prova de Português, e eu sou PÉSSIMA! Só vou bem na interpretação de texto, e olhe lá! Beijos, até a próxima!
Ah! Esqueci de dizer: estava morrendo de saudades de vocês! Beijos!!! <3

sábado, 19 de novembro de 2011

Informativo

Oi galera! Desculpe, mas essa semana não vai ter capítulo. Meu querido-amado-idolatrado-salve-salve notebook estragou (algo parecido com uma morte cerebral, ai! Vou ter que reformatá-lo, mas como não quero perder  meus dados, vai me custar bem mais caro, e não tenho grana suficiente agora... :[   ) e estou sem meios de escrever... Prometo fazê-lo o mais breve possível, provavelmente em dezembro.
Beijos, adoro vocês.

Respondo os comentário no próximo post, pois hoje quem está postando para mim é minha amiga Ruh.

Deise Guimarães }i{

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Love Drunk_Capítulo 03_Sonhando

Capítulo 03 – Sonhando

- Como é que é? – disse Nick, perplexo.
- Preso por quê? E quem é você? – se meteu Delta.
- Sou um oficial de justiça, senhorita. E o senhor Jonas seria preso por bigamia. – ele disse tranquilamente.
- O quê?! – disse Nick, sem entender nada.
- O senhor já é casado. Não sabe? – disse o oficial de justiça, ironicamente.
- Com quem? – disse Delta, tentando decidir quem atacaria primeiro, Nick ou o oficial.
- Com a senhorita… desculpe. Com a senhora Selena Marie Gomez… Jonas.
- Selly? – perguntou Nick, tentando descobrir se seu sonho tornou-se realidade ou se ainda estava dormindo.
- De onde você conhece essa… mulher Nicholas? – disse Delta, tentando manter-se controlada.
- Eu a conheci ontem no avião e…
- E já se casou com ela?! – disse Delta, já sem controle.
- Segundo o oficial, sim. – respondeu Nick.
- E você diz isso, com a cara mais inocente do mundo?!
- O que eu posso fazer?
- Que tal pedir a anulação desse casamento?
- Você sabe que não pode, Nicholas. – interveio Paul, pai de Nick.

- Pai, você sabe que eu tenho que me casar com a Delta. – disse Nick, já a sós com seu pai.
- Tem, mas não vai. Você sabe que a nossa família tem uma tradição muito rígida. Nunca ninguém se divorciou nessa família.
- É claro que sei, mas eu tenho que me casar com ela. Eu tenho que salvar nossa empresa.
- Mas você a ama. – disse Helga, juntando-se à dupla.
- Eu a conheci ontem Hel. Como posso amá-la?
- Amando. E eu nem disse que me referia à sua esposa. – disse Hel, deixando Nick sem saída – Você falou dela com mais emoção do que quando fala da sua ex-noiva. Seus olhos brilharam… E você disse que ela era seu anjo.
- Quem disse que eu me referia à Selena?
- Não me diga que você conheceu Delta ontem? E ela é um anjo? Se ainda fosse um gnomo…
Desistindo de discutir com Helga, Nick se limita a suspirar.
- Seu avô e eu construímos a nossa empresa do nada. Nós podemos recuperá-la.
- Mas pai…
- Mas nada. – disse o pai, decidido – Se você quer tanto se casar com a Delta, vamos fazer um trato: você tenta cumprir tradição da família em uma semana. Se, nesse tempo, você e a sua esposa não se acertarem, vocês se separam e você se casa com a Delta.
- E será que elas vão aceitar isso?
- A Delta é mesquinha. Ela seria capaz de aceitar ser sua amante só para poder continuar com você. – disse Helga, com desdém. – E quanto a seu anjo dos sonhos… faça-a se apaixonar por você, Nick. Ou você não é capaz de fazer a sua esposa se apaixonar por você?
- Você está me desafiando, Hel?
- Claro que não. Você não é capaz de conquistar uma mulher…
Nick sorriu enquanto pensava…

*
Selly acordou com novas batidas na porta.  A princípio, ela pensou ter cochilado por segundos, mas, na televisão, já estava passando “Como Conquistar Essa Garota”, filme programado para passar na sessão da noite. Com dor dos dedos dos pés aos fios de cabelo devido ao tempo em posição desconfortável, Selly levantou-se para atender a porta. Ao abrir, encontrou um envelope jogado ao chão.
- Nicholas… quer dizer, Nick. – corrigiu-se ao ver a expressão de desaprovação dele – O que você faz aqui?
- Posso entrar?
- É claro.
- Isso é seu? – perguntou ele, mostrando as malas encontradas pelo caminho, enquanto entrava na casa de Selly.
- Sim, obrigada. – disse ela, pegando as malas e colocando em um canto da sala.
- Você também ganhou. – observou ele, a agitar seu envelope no ar. Envelope idêntico ao que Selly segurava.
- O que é isso? – disse Selly, checando o conteúdo do envelope.
- Nossa certidão de casamento, Selly.
- Como assim nossa? – perguntou ela, com medo de averiguar a folha presente no envelope.
- Nós nos casamos. Não se lembra? – fez Nick a mesma pergunta que o oficial de justiça fez a ele, mas não com ironia, pois ele sabia que Selly, assim como ele, não se lembraria de nada. – Eu também não me lembro direito…
- Peraí, eu ainda estou dormindo, né? Isso não pode ser verdade! – disse ela, se jogando ao sofá.
- Mas é. E eu tenho a solução. – confortou ele, sentando se no sofá, ao lado de sua esposa.

Respondendo aos Comentários:
Mika': Não mesmo! O que aconteceu em Las Vegas está indo adivinha pra onde? :X  Vai ter que ler o próximo capítulo para ter certeza! Beijos...
Demizinhaaa *: Obrigada flor! Capítulo postado, aproveite. Beijos, e não deixe de comentar.
Bazinha... S2...: Não, imagina. Você é um poço de humildade! *-* Que bom que está amando essa história de novo! hehe! Também te amo amiga, beijos!
. ana: Prometido Ana! Espero que continue amando a história! Não se esqueça de comentar, viu? Beijos!
Ruh: É claro que não sabe! Você ainda não leu! :S Tá, já sim, mas não está igual. Beijos, e comente!
G.: Não sabe o quanto estou feliz com sua volta! Estava com saudade dos seus comentários, e vou estar sempre esperando por eles. Postado, beijos...
-=|†|-|ä¡§ ä£/ë§ †††††††: Não morra Thaís! Mas se algo acontecer ao meu bebê (o pen drive preto), não se preocupe: EU TE MATO!!! Que bom que amou esse capítulo (e o próximo, rs). Não esqueça de comentar, se não... -||--- Beijos!
mariana: Vou te presentear com um vidro de pimenta baiana, aí é só você passar nas unhas e... pronto! Acabou-se o vício! Brincadeirinha tá? Mas é sério, deixe suas unhas aí, eu queria tanto poder deixar as minhas crescerem... ¬¬’ Enfim: capítulo postado e esperando pelo seu comentário. Beijinho!

No próximo capítulo de Love Drunk:
- Idiota… - sussurrou ela.
- Mal casamos e você já está me blasfemando? – disse ele ao ouvido dela – Que coisa feia… Como vamos ficar quando estivermos comemorando bodas de diamante?
- Isso nunca vai acontecer, lembra? Nós vamos anular esse casamento.
- Claro. – disse ele, enquanto ambos entravam no corredor que os levaria ao avião. – O que vai nos acontecer dessa vez?
- Dessa vez?
- É. Da última vez que viajamos juntos de avião, nos casamos.
- Espero que o avião não caia. Depois de me casar, morrer é a pior coisa que pode me acontecer.

 
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