sexta-feira, 22 de abril de 2011

Nova História!

Que bom que vocês gostaram de “My Love of the Past”! Amei os comentários!
E, já que vocês não enjoaram de mim, a próxima web vai começar em breve...

Uma Estranha Vingança

Essa história nada tem a ver com Edward ou Bella, a não ser a existência de vampiros. Na verdade, entre os livros de Stephenie Meyer, meu favorito é “A Hospedeira” e, em relação à série Crepúsculo, prefiro os livros aos filmes (exceto nas partes onde Jacob Black aparece...). O sobrenatural (não necessariamente vampiros) me fascina, por isso essa história existe (e por isso eu AMO a série Sobrenatural).
Na verdade, essa história não é tão minha, pois é baseada em alguns dos muitos livros que li, mas que não são, valendo-me de um eufemismo, muito legais...
Suas personagens principais são os “vampiros” Alfonso e Nicholas e as “humanas” Anahí e Selena. Eu sei que vocês devem estar cansados de webs de vampiros, mas, mesmo assim, espero que gostem! (Inclusive você Bah! Não tenho culpa se a Ashley é a Alice!)
Previsão de postagem do primeiro capítulo: primeira quinzena de maio de 2011. Até lá, fiquem com o prólogo de “Uma Estranha Vingança”.


Prólogo
1759
Alfonso abriu os olhos, sentindo o sangue correr cálido por seu peito. O tiro não tinha roçado o coração, mas a ferida era mais que suficiente para matá-lo, e o momento não demoraria a chegar. A cada respiração ficava mais difícil manter-se consciente, mas continuou lutando enquanto amaldiçoava aquele desejo desesperado que o impedia de abandonar-se nos braços da morte. Uma parte dele continuava esperando que ela aparecesse, o beijasse e dissesse que tudo era um engano e que o amava.
A neve ao seu redor estava tingida de vermelho, o aroma do sangue não demoraria a atrair aos lobos. Esse mesmo frio era o que o mantinha consciente, mas não continuaria assim por muito tempo. Sua visão começou a falhar rapidamente, e fechou os olhos para conter as lágrimas que se acumulavam neles ao compreender a dimensão de seu erro. Mas agora já era muito tarde.
Uma estranha paz o invadiu, sentia-se em algo que se assemelhava ao sonho, levando consigo todo sinal de dor. Poncho sorriu, dedicando um último pensamento a sua família. Se isso era a morte… não era tão ruim.
A dor voltou, mais forte que nunca, seguida pela satisfação mais intensa que havia conhecido em toda sua existência. Tudo se tornou branco, e logo sua visão retornou.
Estranhamente, as coisas foram se tornado cada vez mais definidas, os contornos mais precisos, as cores mais vivas. E a cima de tudo, um garoto, que aparentava ter não mais que dezoito anos, estava ajoelhado ao seu lado. Tinha os olhos fechados e uma expressão de concentração no rosto. Parecia que estava sofrendo, pois segurava o pulso esquerdo com força.
Poncho quis falar com ele, perguntar quem e o que era, porque o garoto assemelhava-se a um anjo.
Sentindo o aroma do sangue que gotejava pela mão do garotou, Poncho sentiu algo semelhante à fome. O garoto parecia saber disso, abriu os olhos e o olhou.
- Mais? – disse oferecendo o pulso ferido.
Poncho não pensou, e, puxando o braço do garoto para si, se alimentou do sangue que pulsava em suas veias. Este ato não causava asco, como deveria ser.
Não soube quanto tempo passou até que ele retirasse seu pulso e o enfaixasse com um lenço.
- Parece - disse o garoto, que ficou muito pálido - que já basta.
- Quem é você?- perguntou Poncho. Em sua camisa, uma mancha vermelha testemunhava o ferimento, mas não restava nem sinal dele em sua pele. Estava completamente curado.
- O dilema não é quem sou, irmão. - respondeu o garoto – E sim o que sou. E o que você é.
- Não entendo - sacudiu a cabeça - estava morrendo e agora…
- Agora está morto. Nada poderá ferir você outra vez, nem as doenças, nem o tempo, nem as armas humanas.
- Quem é você garoto? Um anjo engraçadinho? – proferiu Poncho, irônico.
- Posso aparentar pouca idade... dezoito anos, no máximo uns vinte, certo? Mas, acredite, sou bem mais velho. – puxou Alfonso para levantá-lo – Muito mais que você. Meu nome é Nicholas, e sou um vampiro. E agora você também é. – sorriu – Bem vindo à família.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Epílogo – My Endless Love

3668o Dia – 07 de setembro

{Hoje é meu aniversário… melhor dizendo, nosso aniversário. Nick e eu estamos completando dez anos de casamento. Daqui a pouco, Demi, Joe, Miley e David vão chegar para nosso “campeonato anual”, que geralmente ocorre dia dezenove de agosto, mas, devido à importância da data, adiamos para hoje, sete de setembro. Faz dez anos que eu aguento o Nick. E depois de tanto tempo, posso afirmar que ele não é meu amor do passado, nem do presente, muito menos do futuro. Nick é meu eterno amor. Agora sei que sempre o amei e sempre o amarei, mesmo que eu nunca tivesse voltado à Disnecity, sei que o nunca o esqueceria. Poderia não pensar mais nele, mas ele estaria comigo, nem que seja no meu subconsciente. Bom, deixando de lado as declarações melosas e voltando ao jogo… Nós já jogamos basquete, damas, esgrima, handebol, ping-pong, pólo aquático, sinuca, tênis, totó… O esporte desse ano – se é que se pode chamar isso de esporte – é futebol de botão. Mas, nesses dez anos, eles (David, Joe e Nick) não conseguiram ganhar da gente (Miley, Demi e eu) nenhuma vez, não vai ser hoje que isso vai mudar. Os garotos não têm a menor chance de ter sua tão esperada revanche, e até as crianças sabem disso: antes, as meninas, sendo onze filhas minhas e de Nick, duas de Demi+Joe e duas de Mi+David, torciam pelas mamães e os meninos, sendo onze filhos meus e de Nick e um de Mi+David, torciam pelos papais. Só que, cansados de torcer pela equipe que só perde, os meninos também resolveram torcer pelas mães este ano. Finalmente vão comemorar uma vitória! Meus convidados – são bem mais que isso – acabam de chegar; é melhor ir recebê-los.}

Algum tempo depois…
{Fim de partida. O resultado? Ganhamos de novo, é claro! Estava comemorando com Demi e Mi, até que Nick me “raptou”.}
Nick: [a beija por um longo tempo] Que novidade! Você ganhou de mim pela décima vez…
Selly: Na verdade, décima segunda. Esqueceu do futsal na escola e do vôlei na quadra do seu hotel. {Sorri, debochando dele um pouco, mas, principalmente, lembrando-me dos dez anos mais felizes da minha vida: os anos que passei com ele.}
Nick: Não me importo de perder, quem sempre ganha o prêmio sou eu. [a beija, mais rápido, desta vez]
Selly: [ainda sorrindo] Que prêmio?
Nick: O sorriso mais lindo do universo. E sabe o que é melhor?
Selly: O quê?
Nick: Ele é todo pra mim. [a beija longamente de novo, até que interrompido pelos amigos]
Demi: Desculpe atrapalhar…
Mi: Mas é que viemos “entregar” o presente de vocês!
Selly: Não precisavam se incomodar…
Joe: Nem pense em recusar, Sel. Acho que o Nick iria ficar muito decepcionado.
Nick: Por quê?
David: [entrega duas passagens para Nick e vários papéis para Selly] Vocês só precisam assinar essas autorizações e arrumar as malas. Divirtam-se! [os quatro voltam para o imenso jardim-bosque para continuar a cuidar das vinte e sete crianças, não que essa seja uma tarefa muito fácil – Comentário da Autora: Pode acreditar, cuidar de vinte e sete crianças não é brincadeira! Palavra de normanda que, vira e mexe, é a “tia” de algumas – trinta – crianças enquanto tenta fazer um bom estágio para receber pelo menos um “bom” na avaliação da professora.]
Selly: O que você tem aí?
Nick: Nada demais, só passagens para Paris. E você?
Selly: Vinte e duas autorizações para um acampamento. [Nick sorri maliciosamente] Nem pensar, eu não vou mandar meus filhos para um lugar que eu não conheço!
Nick: Se os nossos amigos “recomendaram”, certamente é um lugar excelente! [Selly não demonstra ceder] Vai meu amor, precisamos desempatar!
Selly: Desempatar o quê?
Nick: Temos onze meninas, onze meninos… Já tenho meus dois times de futebol, mas ainda preciso de um juiz [a beija], isso sem falar dos bandeirinhas [a beija], dos técnicos [a beija], dos preparadores físicos [a beija]
Selly: Tá bom, vamos para Paris! E não se preocupe, eu serei a juíza. E você já tem um cartão amarelo; mais um, e é expulsão!
Nick: Já que provou que entende de futebol, tudo bem, você é a juíza. Mas, em Paris, eu vou fazer você renunciar ao seu posto.
Selly: Duvido! Como você pretende fazer isso?
Nick: Pra começar, um passeio pela torre Eiffel [a beija], depois, damos uma passadinha por um café [a beija], comemos uns croissants [a beija], fazemos um passeio bem romântico pelas ruas parisienses [a beija], e eu aproveito para comprar um champanhe e uns chocolates, depois nós voltamos para o nosso hotel [a beija], eu te digo “Je vous aime, chéri. Vous êtes mon amour infini...”. [a beija]
Selly: Não sabia que você falava francês.
Nick: Posso falar que te amo em qualquer parte do mundo. Posso dizer em Espanhol: “Yo te quiero, mi amor. Usted es mi eterno amor…”. Em Italiano: “Io l'amo, il mio amore. Voi è il mio amore sconfinato…”. Em Inglês: “I love you, dear. You are my endless love…”. Ou em… [é interrompido]
Selly: Que tal só em Português?
Nick: Eu te amo, Selzinha. Você é… [Selly o interrompe com um beijo]
Nelena: Meu amor infinito…!
Comentário da autora: E assim termina “My Love of the Past”. Espero que todos tenham gostado dessa história. A história de um amor infinito, que o tempo e a distância (e as burrices de ambos) não puderam destruir. Muito pelo contrário, só o fez crescer e se fortalecer. Com certeza, esse amor vai durar muuuuuito, porque foi construído sobre a firmeza das rochas e com a suavidade da areia do mar.
Só anseio que um “endless love” esteja reservado pra mim! :D (Double D!)
E espero com (quase) todas as forças do meu coração, alma, corpo ou qualquer outro tipo de força que possa haver em mim que meu amor do passado (nem tão “passado” assim) não seja meu eterno amor. É sério, prefiro esperar por meu Namorado dos Sonhos ou até mesmo ter um Paparazzo em meus pensamentos... Eu sei, todas vocês (ou quase todas) não entenderam nada né... Eu já disse que sou meio doidinha? É efeito do Curso Normal e (não fiquem tristes, amigas) das companhias...
Mil beijos a todos!

PARA TUDO!!!

Talvez vocês queiram saber o que aconteceu com a Chloe (ou Boca-de-Banana, ao gosto do leitor)...

Bom, o plano de David e Clorine foi perfeito.  Para não causar desconfianças, eles viajariam para países diferentes e depois se encontrariam em Amsterdã. Acontece que Chloe não ficou sabendo da desistência de David, e ela foi a única a viajar. Seu destino? Equador! Estava tudo dando certo, até ela tentar sair do hotel em que se hospedou. Sim, eu disse tentar. Ao valer-se do cartão de débito correspondente à conta conjunta que mantinha com o comparsa para pagar a estadia, a coisa desandou. Como David retirou todo o dinheiro da conta para devolver a Nick, ela ficou sem nem um centavo. E, como não tinha dinheiro, foi obrigada a pagar a divida com trabalho. Há relatos que ela esteja lá até hoje (depois dos dez anos), casada com um bicheiro.

Agora sim, me despeço. Mas vocês nem vão dar por minha falta. Em breve – muito ­breve mesmo – minha próxima web (Uma Estranha Vingança) será postada, neste mesmo deiseblog por essa mesma deise-escritora.
E, se meu planejamento for seguido à risca, até o fim deste ano, três webs serão postadas. Isso, é claro, se vocês ainda não se cansaram de mim ou se não se cansarem até lá...
Mas, voltando à “Uma Estranha Vingança”... Está claro que vocês, assim como eu, amam Nelena. Mas, pelo menos no começo, o casal principal da nova web é Ponnie’s (Poncho – Alfonso Herrera – & Annie – Anahí; RBD – sem pontinhos!). Mas não se preocupem, Nick & Selly aparecem, e muito, e até têm um...
***CENSURADO***
É... Acho que vocês vão ter que ler para descobrir, já que, por hoje, fico por aqui.
Fiquem de olho no blog para não perderem as primeiras postagens! (Uma dica: eu faço aniversário e vocês é que ganham o presente; e com dois dias de antecedência! Ah é, vocês não sabem quando eu faço aniversário... Uma dica melhor: não é mentira... ^^)
¡Besitos! ¡Hasta Siempre!
Deise Guimarães }¡{

Respondendo aos seus comentários:
Laura: Bem Vinda! Mas sim, como acabei de dizer acima, esse é o último capítulo, mas logo postarei outra aqui...
Danny Love Nelena: Pois é! Fim dessa, mas logo terá o início de outra!
Ana’: Sim sim, haverá outra logo em breve! Beijos
Histórias Nelena: Postado! Muito filhos, né?! E o Nick ainda queria mais!!!
Luuh e Leeh: Acabou já, mas não fique triste, voltarei com mais!
Xandinha: Postado o fim!
Larissa: Obrigada! Que bom que você gostou! E do final, o que achou?
De Tudo Benhe: Pois é! Eles tiveram muitos filhos (adotados). Bem vinda ao blog! Que bom que você gostou! Pena que já está no fim... Um dia irá acontecer! Beijos...

sábado, 26 de março de 2011

Décimo Dia – 23 de agosto (parte 4 - início)

Nick: Brincadeira nenhuma. [se ajoelha, tirando uma pequena caixa do bolso] Selena Marie Gomez: você aceita se casar comigo? Permite que eu te faça feliz? Permite que eu te ame pro resto de nossas vidas?
Selly: Você só quer o meu dinheiro, como todos os outros? Por que você me fez esse pedido agora?
Nick: Primeira pergunta: não, é obvio que não. David acabou de me ligar e disse que vai transferir todo o dinheiro que ele conseguiu com o hotel e com a venda da… Isso não vem ao caso, pois mesmo que não tivesse recuperado meu dinheiro, isso não ia mudar o que sinto por você. Segunda pergunta: porque, há algum tempo, eu fiz essa pergunta à Chlorine, achando que poderia te esquecer. Ela sempre se mostrou, digamos, apaixonada e era quase interessante. Mas nunca poderia te substituir.
Selly: Não seja idiota Nicholas! Ela era apaixonada por seu dinheiro, e depois de te roubar quase todo ele, te abandonou.
Nick: Você não pode falar nada, pois é muito mais ladra que ela. [Selly ia protestar, mas Nick não lhe dá tempo] Além do meu coração, você roubou minha alma.
Selly: Nick…
Nick: [interrompe Selly] Você é minha vida. Meu amor. Tudo pra mim.
Selly: Acho que não estou entendo o que você quer dizer. Você pode ser mais claro?
Nick: Mais claro que isso? Só se ficar transparente! Você nunca percebeu como meu coração dispara quando estou perto de você? Que minhas pernas quase tremem e que minha voz quase falha? Não é evidente que eu te amo? Você é minha razão de viver. Meu coração. Minha alma. [Selly estava atônita.] Então? Qual a sua resposta? Você aceita ou não se casar comigo?

Dez anos depois
3668o Dia – 07 de setembro (parte 1)
X1: Então mamãe? O que você respondeu?
X2: Não seja boba! Se ela tivesse dito não, você não estaria aqui!
Nick: Crianças, não briguem! Pode deixar que eu conto como a mamãe jogou-se aos braços do papai.
Selly: Não se mete Nicholas! A história é minha!
Nick: Pensei que você estivesse contando a eles a nossa história.
Selly: Quem está contando sou eu, portanto a história é minha. Você é apenas um coadjuvante.
Nick: Fique sabendo que a última palavra ainda é minha. {Lancei a ele meu famoso olhar malvado.} Você tem toda razão, meu amor. {Que bom que meu olhar ainda funciona! Tudo bem, eu tive ajuda de mais vinte e dois pares de olhos, ansiosos por uma resposta diferente, menos “obediente”. Estou contando essa história porque hoje chegou meu vigésimo segundo filho. O vigésimo adotado; os outros dois são “fruto de minhas entranhas” (que coisa esquisita, não?), o meu casalzinho de gêmeos.}
Selly: Posso voltar a contar a nossa história agora, Nick?
Nick: Claro. Posso ouvir? {Ainda não sei como o aguento por tanto tempo!}
Selly: Bom, continuando…

Décimo Dia – 23 de agosto (parte 4 – continuação)

[Selly retirou de sua bolsa alguns papeis.]
Selly: Essas são as minhas passagens. A de trem até o Texas e a passagem aérea do Texas à New York. E se eu não chegar à estação em vinte minutos, vou perder o trem.
Nick: Então eu tenho que te impedir… {Com algo que eu definiria como desespero, Nick me beijou. Várias vezes, diga-se de passagem. E eu, obviamente, nada fiz para impedi-lo.} Ainda bem que deu tempo…
Selly: De…?
Nick: De te dizer que você é o amor da minha vida. Que você é tudo pra mim. Que eu simplesmente mais que amo você! Agora, me diz: você já está atrasada o suficiente pra desistir de ir embora e pra perceber que eu sou sua melhor opção?
Selly: Melhor opção?
Nick: Claro! Já pensou em ter que enfrentar várias filas de novo? Não é melhor ficar comigo, que já estou aqui, aos seus pés?
Selly: [ri] Sinto lhe informar que não se passaram sequer dez minutos.
Nick: Eu vou ter que… [é interrompido]
Selly: Não vai não. [rasga as passagens] Eu não vou a lugar algum. Não sem você. [o beija]
Nick: Isso quer dizer que…?
Selly: Sim, eu aceito me casar com você. [Nick a beija, mas Selly o interrompe com tapinhas no braço]
Nick: O que eu fiz?
Selly: Além de me fazer percorrer a cidade inteira atrás desses benditos bilhetinhos?! Nada! [o beija] Vamos ter que plantar quase uma floresta para compensar a quantidade de gás carbônico que eu joguei na atmosfera por sua causa!
Nick: Como você consegue pensar em ecologia quando deveria estar pensando em nosso casamento?
Selly: Não se preocupe! Não é a toa que sou arquiteta, eu rapidamente vou resolver mais esse probleminha. Por exemplo, o problema das árvores… Já tenho a solução.
Nick: E qual é?
Selly: [entrega os outros papeis a Nick] Que tal um pomar perto da nossa casa?
Nick: Uau! Você realmente fez os vinte e dois quartos?!
Selly: Há muitas crianças que precisam de pais. Já que você quer montar um time de futebol, por que não adotar pelo menos vinte dessas muitas crianças?
Nick: [sorrindo, a beija] Mesmo que a perfeição não exista, você chegou muito próximo a ela. Mas, eu tenho uma pergunta: onde você pretende construir essa casa? Não conheço nenhuma área tão grande aqui em Disnecity, a não ser minha fazenda. Quer dizer, minha não. Ela foi vendida ontem à noite…
Selly: Eu acho que aquela área descampada, que você não sabia o que fazer com ela, será perfeita para construirmos nossa casa.
Nick: Qual parte do “a fazenda foi vendida ontem” você não entendeu? Eu nem sei quem a comprou, se não eu poderia tentar recomprá-la, mas…
Selly: Acho que você não vai precisar recomprar a fazenda. E eu sei quem a comprou.
Nick: Sabe? Como?
Selly: Prazer, Selena Marie Gomez. Sou a nova dona da fazenda.
Nick: Como assim?
Selly: Eu sei o quanto essa fazenda é importante pra você. Não ia permitir que um empresário idiota destruísse esses campos de flores para construir mais um shopping inútil! Isso sem contar que, como você mesmo disse, nenhum outro lugar aqui tem espaço suficiente para construir nossa casa.
Nick: [a beija] Eu te amo!
Selly: Eu sei! [o beija rapidamente] Também te amo…
Nick: Isso não vai atrapalhar a sua contagem para tentar me esquecer?
Selly: Nem se eu dissesse um zilhão de vezes que não te amo, eu não iria conseguir te esquecer. Porque eu te amo, e isso não é mentira.

Comentário da autora: Sem comentários! *_*
Não percam o epílogo, a última postagem de My Love of the Past!
Mil beijos a todos!
Deise Guimarães }¡{
Respondendo aos seus comentários:
Danny Love Nelena: Bem vinda ao blog! Que bom que você gostou! Pena que está chegando ao fim... Não deixe de comentar, tá?!
Ana’: Obrigada, que bom que você gostou! Estamos no finalzinho já... Comente, viu?!
Agata: Calma, postado já! Mate a sua curiosidade e depois comente! Beijos...
Luuh e Leeh: Obrigada! Postado, divirta-se e comente!
Xandinha: Calma, postado! Mate a sua curiosidade e depois comente! O próximo post será o final!
Larissa: Obrigada! Que bom que você gostou! Postado aqui, comente, tá?! Beijos...
New Dream: Que bom! Obrigada, postado e não se desespere, mate a sua vontade de ler... Beijos...
 
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